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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Emir Sader: “Cabem às universidades públicas combater a ‘alienação’ e propor políticas que ampliem os direitos do cidadão”




Emir Sader, em congresso da Clacso no México (06-09/11/12):

“Cabem às universidades públicas combater a ‘alienação’ e propor políticas que ampliem os direitos do cidadão” 
Matéria da Carta Maior, por Marcel Gomes (07/11/12) indicada abaixo).

...Nesse meio acadêmico público tão cheio de mortos-vivos a re-produzir essa anti-vida caótica do mundo em decadência, esses zumbis se fazem de arrogantes representantes de uma des-ordem mundial pela qual têm especial apreço e, multiplicam por mil e um conteúdos e formas o que legitimam como saber para todos os demais sub-viventes, os homens e mulheres “alienados” de sua dignidade como seres de um universo bem provável infinito.

Tratam a universidade e seus setores como coisa privada, como clube de afins que se reúnem para, no mais das vezes, se adularem uns aos outros na soberba de quem manda fazer as receitas e discursos na cozinha e, dão ordens à senzala submissa que lhes serve a vaidade para manter a ordem imperante, intocável, impoluta.

São tão poucos os homens e mulheres dignos nesses campus desérticos quantos são numerosos, como as estrelas visíveis no céu noturno, aqueles acadêmicos e anêmicos que deslizam superioridade entre corredores e salas apinhadas de gente para abastecer o mercado de trabalho feito campo de guerra e de morticínio. Mas, o relativo brilho dessas senhoras e senhores cultos não é senão o vernizinho ou decoração feito de ouro roubado das terras e suas gentes simples - e ignorantes - querendo des-enfeiar suas asinhas de anjos decaídos e membros pequenininhos em contraste ao ego agigantado e mandão.

Pesquisitice aguda, corpos docentes, doentes, in-sanos, pobreza espiritual pura. Sabedoria zero, à esquerda e à direitice conservadora e mantida à óleo de Peroba que lustra seus altares e congressos de santos do pau oco. Des-educação, anti-educação, educação à distância da “universidade necessária”, isso o que nossos doutores da hegemônica lei acadêmica re-produzem na academia pública.

“Não há educação significativa sem o combate à alienação", aponta Emir Sader, “que os cientistas sociais pulem os muros das universidades e façam a teoria sobre a prática política”, nos fala o texto. 

E, das Estrelas infinitas chega o Quetzalcoatl - a Serpente Emplumada - para chamar, com-vocar, e-levar os cientistas sociais, pesquisadores e eternos estudantes à luta por um mundo melhor e do Bem Viver para todos quando essa antiga estrutura des-humana vai ruindo e virando pó nessa história infeliz que produziu e quis perpetuar esse estado de coisas. O tempo/espaço de vocês - Novos Velhos Acadêmicos - acabou. Chega!

Que venha a Guerra, que venha a Luz, que os homens e as mulheres de bem já se amam e se armam para acabar com tudo isso e re-criar esse Outro Mundo!

Dá-lhes, Sader!

Leo Nogueira Paqonawta
Filosomídia

Leia o texto completo de Emir Sader na Carta Maior (07/11/12)

Acompanhe a transmissão ao vivo do Congresso.

Acompanhe os demais eventos do congresso clicando aqui.

terça-feira, 3 de julho de 2012

#YoSoY 132, a rebelião contra manipulação midiática no México


#YoSoY 132, a rebelião contra manipulação midiática no México

Se o movimento estudantil mexicano se definiu claramente contra o representante do PRI, Enrique Peña Nieto, sua irrupção na cena política foi muito mais além da disputa pela presidência. #YoSoY 132 instaurou um espaço de debate e diálogo que soube liberar-se da camisa de força tradicional com que os meios de comunicação do sistema oficial envolvem as sociedades. Por meio da internet e das redes sociais #YoSoY 132 criou um canal paralelo de discussão e de crítica global ao Estado mexicano que não tem precedentes no país. A reportagem é de Eduardo Febbro.

Eduardo Febbro - Cidade do México

Cidade do México - O impensável sempre tem lugar. Em pleno processo eleitoral mexicano, o impensável se chamou #YoSoY 132, um movimento estudantil que surgiu na Universidade Iberoamericana contra o candidato do PRI, Enrique Peña Nieto, e contra o ultraje da informação simbolizado para os jovens no canal Televisa. Se o movimento estudantil mexicano se definiu claramente contra o representante do PRI, sua irrupção na cena política foi muito mais além da disputa pela presidência. #YoSoY 132 instaurou um espaço de debate e diálogo que soube liberar-se da camisa de força tradicional com que os meios de comunicação do sistema oficial envolvem as sociedades. Por meio da internet e das redes sociais #YoSoY 132 criou um canal paralelo de discussão e de crítica global ao Estado mexicano que não tem precedentes no país.

Ainda que o contexto seja diferente e o México seja uma democracia, a sua maneira repentina e mobilizadora #YoSoY 132 segue a trajetória dos jovens revolucionários do Egito que, graças à internet, conseguiram plasmar uma rebelião contra todo um sistema. Acusado de partidarismo, de servir aos interesses do candidato da esquerda, Andrés Manuel López Obrador, dividido, contaminado pela contrapropaganda, # YoSoY 132 sobreviveu aos ataques e manipulações para deixar uma marca fresca e duradoura.

Como no Egito da Revolução da Praça Tahrir, ou como ocorreu com os indignados espanhóis, #YoSoY 132 se inscreve em uma corrente universal de renovação e saneamento da democracia contra os poderes e interesses incrustados nos grandes meios de comunicação. Como desse chamado quarto poder que é a mídia depende em grande parte a qualidade da democracia, o movimento estudantil agrupado em #YoSoY 132 inventou um quinto poder: a possibilidade de difundir uma verdade não coincidente com a informação normalizada da indústria da informação. De ator periférico #YoSoy 132 se converteu em ator central e chegou até a realizar um debate presidencial com três candidatos, do qual Enrique Peña Nieto não participou.

Ana Rolón, estudante da Universidade Iberoamericana, e Rodrigo Serrano, estudante de Comunicação na mesma universidade, fazem parte do comitê logístico de #YoSoY 132. Têm apenas 22 anos, mas se expressam com a convicção e a maturidade herdada de uma luta política que não sonhavam protagonizar quando saltaram ao primeiro plano há apenas alguns meses.

Neste diálogo com Carta Maior mantido em uma praça do bairro boêmio de Coyoacán, os estudantes-dirigentes delineiam a sociedade na qual se projetam no futuro.


 Com que postulado central nasceu e se manteve o #YoSoy 132.

Rodrigo Serrano: Nosso principal postulado é a democratização dos meios de comunicação e a democracia verdadeira. Acreditamos que o candidato do PRI, Peña Nieto, pode ganhar a eleição, mas pensamos que a fraude está também na manipulação da informação. Os meios de comunicação distorcem a informação. Queremos que a democracia mexicana seja uma democracia informada e não uma democracia puramente formal.

Ana Rolon: A democratização dos meios de comunicação vai muito além desta conjuntura eleitoral. Parte do movimento lutou muito pelo voto informado, ou seja, que se ofereça uma informação que integre as propostas dos candidatos e o que cada um deles fez. O que dizemos para as pessoas é: “não vá atrás do marketing político, da propaganda, da cara do candidato”.

Como se situa o movimento com respeito à violência que sacudiu o México nos últimos seis anos e às propostas bastante tímidas dos candidatos?

Ana Rolon: Somos um movimento pacifista. Trata-se de lutar, mas com nossas armas: educação, conhecimento, leitura, cultura, arte.

Rodrigo Serrano: Nos criticaram porque protestávamos contra o governo e não contra os narcos. Mas isso é uma contradição porque o narco é criminal, não obedece à sociedade, mas sim a interesses privados. Protestar contra o narco é como protestar contra uma árvore. Em troca, em teoria, o governo funciona para escutar os cidadãos. Por isso, se queremos acabar com a violência, primeiro precisamos de um governo que escute os cidadãos. E essa é a causa pela qual estamos lutando.

Ana Rolon: Nosso movimento exige este diálogo entre governo e cidadania. Por isso nós organizamos um debate entre os candidatos onde o formato mudou totalmente em relação aos debates anteriores organizados pelo IFE, o Instituto Federal Eleitoral. O formato que escolhemos foi: “escuta os que os cidadãos têm a dizer”. Recebemos as perguntas formuladas por toda a cidadania através da internet. E aí se abriu o debate para todos, não importando se o autor da pergunta fosse ou não estudante, do Distrito Federal ou de outra parte. Recebemos 7.100 perguntas provenientes de todo o país. Tomamos o debate desde um lado distinto, dizendo: “Escutem-nos, nós somos a cidadania”.

Vocês, graças às chamadas novas tecnologias, romperam o bloco tradicional no qual funcionam os processos políticos, ou seja, onde os meios de comunicação são intermediários absolutos entre os partidos e os eleitores.

Ana Rolon: Nosso movimento partiu de um vídeo feito por 131 alunos da Universidade Iberoamericana que respondiam aos ataques. Só quisemos dizer: “cuidado, quero usar meu direito de resposta, não preciso enviar uma carta aos editores. Posso usar as tecnologias e te desmentir”.

As novas tecnologias foram então determinantes para o auge do movimento estudantil mexicano.

Rodrigo Serrano: A tecnologia é a espinha dorsal desse movimento. Nos primeiros dias havia uma imagem muito interessante que circulava no Facebook e que dizia: “não é que o México estivesse adormecido, é que não havia a internet”. Há muita gente que está aqui enojada e com as redes sociais se abre a possibilidade de se organizar.

As redes sociais serviram para romper o cerco da informação.

Ana Rolon: Sim. Graças às redes sociais não precisamos ficar esperando que os meios tradicionais informem sobre uma marcha. Não faz falta mais. Nós jogamos muito com tecnologia e com a rua. Assim nós podemos saltar por cima desses meios que nós consideramos de “duvidosa neutralidade”. Por exemplo, como os meios tradicionais sempre distorcem a informação sobre quanta gente participa realmente das marchas, nós cantamos para eles: “não somos um, não somos cem, imprensa vendida, conta-nos bem”. As tecnologias tem nos ajudado muito a limpar o viés dos meios oficiais e ir muito mais além.

Rodrigo Serrano: Muitos canais de televisão não entenderam que, agora, nós somos o meio. Transmite-se através de nosso canal. Esses canais não gostam que não necessitemos deles. Chegaram até a dizer que havíamos firmado um contrato de exclusividade com o Youtube. Mas o Youtube não é um meio, o meio é nosso canal, o canal 131. O sinal está aberto para que seja acessado, mas a produção é nossa. Isso eles não aceitam. Não conseguem entender que agora os cidadãos também podem ser meios de comunicação. O problema central no México não está no fato de que os meios de comunicação e o poder político sejam cúmplices, mas sim que são a mesma coisa. Por isso, não temos uma democracia real.

Ana Rolon: O tema da democratização dos meios de comunicação vai mais além desta eleição presidencial. Vai para sempre. Ganhe quem ganhe, vamos seguir exigindo esse diálogo, essa interação muito mais direta entre cidadãos e políticos. Seguiremos em cima dos meios de comunicação que não respeitam os interesses da cidadania, mas sim os interesses políticos e os interesses privados. Não vamos dormir. Seguiremos exigindo o diálogo. Esse é o grande símbolo.

Como vocês projetam o futuro? Qual papel e que estratégia pretendem adotar?

Rodrigo Serrano: O México já tem um século de governos autoritários e paternalistas onde o governo acredita fazer o favor de promover algumas melhoras para alguns. Mas isso não deve ser assim. Nos últimos 12 anos, nossa democracia foi meramente formal, não se meteu na vida pública. Isso que ocorreu é um sintoma de que os cidadãos se deram conta de que podem exigir e serem escutados. Nós estamos hoje em condições de organizar debates. Os candidatos, o governo ou o presidente não são deuses com os quais não podemos falar. São pessoas e estão aqui para nos atender. São servidores públicos. O que importa agora não é nosso movimento como organização, mas sim como símbolo. Graças ao debate que organizamos com os candidatos, aos protestos contra Peña Nieto, aos protestos contra a Televisa, demonstramos que é possível falar cara a cara com os governantes. Isso, no México, era algo impensável. Eu creio que, ganhe quem ganhe, isso veio para ficar. Pode ser que o PRI conserve ainda o gene autoritário e repressor, mas nós temos agora novas tecnologias de comunicação e um novo modo de pensar. Não vai ser tão fácil.

Tradução: Marco Aurélio Weissheimer

Reproduzido de Carta Maior
30 jun 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Encuentro Nacional de Resistencias Autónomas Anticapitalistas: 24-27 de maio 2012 . México


Encuentro Nacional de Resistencias Autónomas Anticapitalistas

Campamento 24, 25, 26 y 27 de mayo 2012, Cheran K´eri, Michoacán


Frente a la situación de descomposición política, económica y social que atraviesa el país, en la que presenciamos un intenso y acelerado despojo de la tierra, del territorio y de los bienes naturales; una creciente precarización del empleo y de los derechos de los trabajadores, una exclusión cada vez mayor de los sistemas educativos, marginación, necesidad y esta cultura dominante que enseña a desear la riqueza económica a toda costa; frente a la situación de emergencia provocada por las nulas posibilidades que proporciona la clase política –actor estratégico del pacto con el capital criminal- para dar soluciones a la violencia inaudita que azota nuestro país y frente a la cómplice indefinición política, la falta de estrategia y principios de la pseudo-izquierda institucional, consideramos necesario visibilizar y fortalecer a los pueblos organizados y a los luchadores sociales, a las alternativas que existimos abajo, con formas muy distintas de hacer política: Respetándonos desde las organizaciones sociales, colectivos, barrios, comunidades y sujetos singulares, desde el pueblo mismo, sin partidos, sin malos gobiernos, sin corporaciones transnacionales, sin el capital criminal, que nos articulamos en la construcción de modos de vida digna, en Autonomía y Libertad.

Es por esto que convocamos a formar parte de las JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS, llamamos a impulsar INVITACIÓN A PARTICIPAR EN LAS JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS del 20 de abril al 1° de mayo del 2012.

INSCRIBE UNA ACTIVIDAD autogestiva o reportea alguna de las actividades que realices en el marco de las JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS, inscríbela antes del 3 de abril a dialogorebelde@gmail.com

Proponemos seis ejes temáticos que orienten las actividades autogestivas dentro de las JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS:

Defensa del territorio, los bienes naturales y la autodeterminación de los pueblos.

Boicot al capital: evidenciar y atacar los intereses de las diferentes transnacionales que operan en nuestro país; proponer alternativas de vida frente a un sistema que hace del humano objeto, mera mercancía.

Mostrar alternativas de auto-organización de los movimientos, organizaciones, colectivos y sujetos singulares que son opuestas a las formas del poder del dinero, ajenas al Estado y al capital.

¡Alto a la guerra y violencia contra el pueblo!

Solidaridad y en contra de la represión. ¡Si nos tocan a un@ nos tocan a tod@s! ¡Autodefensa y auto-organización contra la represión!

NO BASTA NO VOTAR ¡¡ORGANIZATE!! En la búsqueda de Autonomía, de mejoras en la educación, en la seguridad, en la vivienda, en la salud y en el medio ambiente; en torno al rescate de lo mejor de nuestra cultura, dejemos en evidencia que los candidatos a los distintos cargos de elección no representan al pueblo y que no los necesitamos porque organizados somos más fuertes y hacemos las cosas mejor.

Frente a la situación iniciativas, en distintas partes del país, desde una posición Autónoma y Anticapitalista, que irrumpan en este año electoral en el que NO BASTA con NO VOTAR, sino que ¡hay que ORGANIZARSE! Generemos espacios de encuentro y diálogo que muestren el auténtico valor de las organizaciones, colectivos, movimientos, comunidades, hombres y mujeres dign@s que hacen frente a la situación nacional e internacional. Sumémonos y acerquémonos, hagamos un esfuerzo por encontrarnos, escucharnos, conocernos, compartir experiencias, lograr un intercambio de saberes y de sentires entre las autonomías y los anticapitalistas.

Ante el poder del dinero, ante la embestida global de despojo, desolación y muerte, que se escuchen nuestras voces indignadas, nuestros pueblos y comunidades que dicen ¡NO! al capital y al Estado, cómplices de esta barbarie que nos aniquila.

Proponemos participar dentro de las JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS desde la calle, el barrio, la escuela, la comunidad, el pueblo, la fábrica, el autoempleo u oficio; desde el centro cultural, la okupa; desde la radio libre o comunitaria, desde cualquier espacio público, en cualquier parte del país, del viernes 20 de abril hasta la movilización del combativo 1° de mayo de este 2012. Que cada participante en sus formas, modos y tiempos impulse una acción autogestiva en el marco de las JORNADAS con actividades informativas, culturales, políticas, escénicas, educativas, de salud, ambientales, deportivas; con conferencias, foros, mesas informativas; con graffiti, carteles, stickers, stencil, pintas, software libre, volanteos, cine, música, baile y resistencia.

INSCRIBE UNA ACTIVIDAD autogestiva o reportea alguna de las actividades que realices en el marco de las JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS, inscríbela antes del 3 de abril a dialogorebelde@gmail.com con el fin de generar una difusión común digital, diseño o campaña gráfica e impresiones autogestivas en cada lugar, además del registro y memoria de las acciones realizadas de manera autogestiva y libre. Por último, CONVOCAMOS A MOVILIZARSE, al cierre de las JORNADAS, el 1ro. de Mayo de este 2012.

Las JORNADAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS se impulsan en el marco de los preparativos del ENCUENTRO/CAMPAMENTO NACIONAL DE RESISTENCIAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS, que se realizará los días 24, 25, 26 y 27 de mayo del 2012, en el pueblo purépecha de Cherán, Municipio Autónomo, Michoacán, México.

Reproduzido de Zapateando
Via Saboteamos.info 12 abr 2012

Encuentro de medios: Desde abajo, todas las voces contra el capitalismo


Encuentro de medios: Desde abajo, todas las voces contra el capitalismo

Jornadas anticapitalistas: rumbo al encuentro nacional en Cheran (2012)
Fecha de realización: 20 de Abril de 2012.
En Chilpa # 5 Delegación Coyoacán.D.F.  
Inicio 10:00 am

Una de las características del capitalismo es que nos roba la palabra, la capacidad de contar nuestra historia y decidir sobre nuestra cotidianidad. El capitalismo nos fragmenta, nos convierte en seres individualistas incapaces de ver al otro y en ello nos impide vernos a nosotros mismos.

Actualmente los medios de comunicación reafirman esta concepción del mundo, pero los hombres y mujeres dignos nunca han aceptado esa palabra y buscan el encuentro con el otro.

La RED DE RESISTENCIAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS (RRAA) es una muestra más de este esfuerzo por construir diálogos, estrechar lazos de solidaridad, apoyo mutuo y autogestión, con la esperanza de generar un andar colectivo.

Los medios libres son esenciales en esta lucha antisistémica. Ya que no sólo retan al poder hegemónico sino que nos enseñan otras formas de construir la palabra y crear imaginarios en los que podemos vislumbrar posibilidad.

Por esto, desde la RRAA convocamos a todxs aquellxs que que expresan la digna rabia de su corazón de forma impresa, por radio o cualquier otra forma comunicación, al encuentro de medios libres que tiene los siguientes objetivos:

Objetivos:


· Articular a los medios libres y diversos movimientos sociales, colectivos e individuos.

· Reflexionar en colectivo otras formas de comunicación.
· Visibilizar la lucha y resistencia de las organizaciones, colectivos y personas.
· Compartir entre las organizaciones y participantes distintas experiencias y saberes para poder consolidar sus espacios de comunicación y avanzar en las formas de comunicación entre las mismas, incluyendo el intercambio de saberes tecnológicos
· Discutir posibilidades de acciones conjuntas

El programa aún no está cerrado, si quieres participar dando talleres, proponiendo mesas o charlas ponte en contacto con nosotrxs.

Informes:


ada.org.mx Tel: (222) 2 34 47 74

espora.org/jra Tel.: (55) 5700-1911
unopii.org Tel: (55)50342416

RED DE RESISTENCIAS AUTÓNOMAS ANTICAPITALISTAS


Colectivo Arquitectura, DF
Asociación un Salto de Vida, Jalisco
Comunidades y Ejidos Opositores a la Presa La Parota (CECOP), Guerrero
Frente de Pueblos del Anáhuac-Tláhuac, DF
Radio Ñomndaa, La palabra del agua, Guerrero
Unión Popular José María Morelos y Pavón (UPJMMP), Estado de México

Reproduzido de RZ941 Saltos Cuanticos


quinta-feira, 29 de março de 2012

8º Encuentro Continental del Tawaintisuyu Anahuac- Mapu – Pacha



18 al 24 del Junio 2012 . Ciudad de México

Desde la Nación Xinka Originaria, en Guatemala, les saludamos hermanos y hermanas, compartimos desde nuestros sitios web este encuentro que nuestros ancestros pronosticaron, cuando la esencia de los tumay sagrados se unificarían, y volarian y andarían como en el tiempo del inicio... bendición hermanos! Pahtanay alox na wiriki, 'ura tawala na tiwina aawuy tiwix!

Saludos hermanos! El condor el aguila y el quetzal volando vienen volando van... en estos tiempos de reencuentro y sabiduría ancestral. Fuerza para la defensa de la vida, fuerza para el camino del tiempo.




De juventudes, pueblos, naciones y culturas originarias ABYA-YALA- MEXICO 2012 Inti Raymi del año 160.520P.k. 3 al 7 de junio 2012

La educación indígena comienza desde la gestación, continúa con la familia, la comunidad. Su fin es la existencia para el buen vivir.

La educación, por ello, es inseparable de los conceptos de territorialidad, identidad y cosmovisión. Territorialidad por que a partir de allí concreta sus objetivos y contenidos. La transmisión de generación en generación de saberes ancestrales y tradicionales de cada comunidad, fortalece la identidad.

La Cosmovisión atraviesa estos conceptos, y lo instituido en todas las prácticas y pensamientos. Implica oralidad y conocimiento científico.

Reproduzido de Facebook . 8º Encuentro Continental del Tawaintisuyu Anahuac- Mapu – Pacha

Maiores informações sobre o evento no Blog Tawaintisuyu México 2012 clicando aqui.

domingo, 25 de março de 2012

Observatorios de televisión en las escuelas

Observatorios de televisión en las escuelas

La experiencia docente “Observatorios de televisión en las escuelas” parte del objetivo de incorporar pedagógicamente la televisión en las escuelas de nivel básico como elemento de reflexión, análisis y debate para la formación de miradas críticas respecto de los mensajes y formatos generados por la televisión.

Con este estudio se abre y constituye un espacio escolar dedicado a la visión, análisis y reflexión colectiva y sistemática de la televisión, sus lenguajes, formatos y contenidos, así como de las interacciones y posicionamientos de los televidentes frente a ellas, esto se realizo mediante:

1. La instalación de 17 Observatorios en escuelas de diversos niveles académicos y sociales del estado de Jalisco, México.

2.- La capacitación de maestros y alumnos para forma una mira crítica respecto de los contenidos televisivos mediante la realización de dos guías tituladas: Maestros, alumnos y pantallas (guía para el maestro y guía para el alumno), las cuales contienen 15 actividades para comprender nuestra relación con la televisión desde su dimensión tecnológica pasando por lo institucional, lo simbólico y lo cultural.

3.- Al respecto, se realizaron 22 talleres formativos y 50 prácticas de interacción con la televisión mediante los cuales se capacitó a 32 maestros y 450 alumnos.

4.- Los resultados fueron la instalación definitiva de 10 observatorios en igual número de escuelas, las cuales adoptaron esta tarea como parte de las actividades formativas de sus procesos pedagógicos.

Más información em Observatorio  de Televisón en la Escuela clicandoaqui.

Reproduzido do Blog Mídia e Educação . Cristiane Parente
22 mar 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

Los muros gritan lo que los medios callan: El miedo paraliza, el coraje se organiza


“El miedo paraliza, el coraje se organiza”

Mireya P. Ruiz Esparza y Benjamín Becerra

Y ya que estamos hablando de muros,
un muro sin graffiti es como un mundo sin rebeldes,
es decir, no vale la pena.
Don Durito de la Lacandona


Con este nombre, Convergencia Gráfica, integrada por La Otra Gráfika, Escuela de Cultura Popular Mártires del 68, Sublevarte Colectivo, Justseeds, Cordyceps, ZAM, Furia de las Calles, Gráfica de Lucha, Casa Naranja y Hacklab Autónomo, lanzó una convocatoria invitando “a artistas plástic@s, gráfic@s y visuales, estudiantes de arte y a cualquier persona entusiasta del dibujo, la ilustración y la imagen” a enviar gráfica  copyleft para pegotes y banderas. Se lee en la convocatoria publicada el 18 de mayo de 2011: “Los pegotes y banderas constituirán una campaña gráfica contra la violencia, la impunidad, la militarización, el terrorismo de Estado y su aliada la delincuencia organizada, y por ni un muerto y ni una muerta más”.

Esta convocatoria gráfica se suma a las movilizaciones en contra de la guerra de Felipe Calderón, además de sumarse de alguna manera, a través de imágenes, a la reflexión sobre esta guerra que se ha dado en el marco del intercambio epistolar sobre Ética y Política. El Subcomandante Insurgente Marcos, en la Carta Primera a Don Luis Villoro “Apuntes sobre las guerras”,  devela que no se puede hablar de ética y política si no se parte del contexto, de la realidad en la que se habla. Y la realidad que el pueblo mexicano vive es la guerra que ejecuta el México de arriba.

Desde 1997, el SCI Marcos ya nos había explicado que la guerra desarrolla un proceso de destrucción/despoblamiento y reconstrucción/reordenamiento. En estos tiempos de guerra, nos es más claro el significado del primer binomio: la destrucción del territorio conquistado, como destrucción de las bases materiales de la soberanía nacional; y el despoblamiento, como destrucción del tejido social. Hablemos de lo último.

La destrucción del tejido social se vive a partir de lo que identificamos claramente como el infame resultado de esta guerra: las muertes, las muchas muertes que ha sufrido la sociedad mexicana, pero no toda, fundamentalmente la sociedad de las y los de abajo. La violencia, la desaparición forzada, la muerte, nos llevan a otra forma de vivir la destrucción del tejido social: el miedo. Pregunta el subcomandante Marcos: “¿Qué relaciones sociales se pueden mantener o tejer si el miedo es la imagen dominante con la cual se puede identificar un grupo social, si el sentido de comunidad se rompe al grito de ‘sálvese quien pueda’?”

La respuesta es: ninguna. El miedo, como lo expresa el nombre de la convocatoria gráfica, generalmente paraliza y más cuando no tiene visiblemente un causante determinado al cual poder hacerle frente. El peligro que causa el miedo es mucho más temible si no está claramente identificado. Esto crea un sentimiento global de inseguridad que genera efectos individuales y sociales muy concretos: desconfianza, inhibición de la comunicación con otros, desvinculación de procesos organizativos, aislamiento social, en suma: disminución en la capacidad que tiene el individuo de controlar su vida, ya que vive en un estado constante de vulnerabilidad.

Esto nos recuerda una enseñanza del Viejo Antonio, que le compartió el Sub a Eduardo Galeano en 1995: “que uno es tan grande como el enemigo que escoge para luchar, y que uno es tan pequeño como grande el miedo que se tenga”.

Leia o texto completo em Revista Rebeldia, clicando aqui.

Via Colectivo Tejiendo (Bogotá/Colômbia)


Leia também:



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

É feio porque é preto...


Qual boneco é feio? Campanha com crianças alerta contra o racismo

Dois bonecos, um branco e outro negro, são colocados em frente a crianças de diferente raças. Em seguida, uma entrevistadora questiona um por um: "Qual boneco é bonito? E qual é feio?". As respostas dadas para essas e outras perguntas feitas no vídeo evidenciam o motivo de uma campanha lançada no México pelo Conselho Nacional para Prevenir a Discriminação.

Segundo o organismo, logo após o experimento, foi realizada uma oficina para discutir o racismo com as crianças participantes e suas famílias. A intenção era criar um espaço de “reflexão e contenção das emoções geradas". A Enquete Nacional sobre Discriminação no México, realizada em 2010, indicou que as mulheres tendem a identificar-se com tons de pele mais claros. O mesmo ocorreria com os homens, mas de maneira menos evidente.

Para produzir o vídeo, o Conselho precisou pintar um boneco negro com um tom de marrom e mudar os olhos azuis para outros na tonalidade café. Isso foi necessário porque não possível encontrar um boneco com essas características nas lojas de brinquedo da Cidade do México.

Em cadeia nacional de televisão desde dezembro, o projeto foi desenvolvido a partir de um sistema elaborado na década de 1940 nos Estados Unidos pelo casal de psicólogos Kenneth e Mamie Clark. Os norte-americanos desenvolveram uma pesquisa, também com bonecos negros e brancos, envolvendo crianças e puderam evidenciar o racismo presente na sociedade norte-americana à época. A ação mexicana faz parte de uma campanha chamada “Racismo no México”.

Reproduzido do Portal Vermelho
10/01/2012


Conheça o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/Brasil) clicando aqui.


Conheça a Campanha Infância sem racismo (Brasil) clicando aqui.


Leia "Ser índio", por Elaine tavares no blog "Povos originários" clicando aqui.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

El Sub Comandante Marcos habla de los Medios Independientes


Mensaje desde Chiapas del Subcomandante Marcos para la Conferencia "Liberando los medios de comunicacion", a celebrar a finales de Nov 2009 en Nueva York. Ante su imposibilidad de asistir, manda este video donde explica su creencia y fe en la necesidad de cuestionar la informacion oficial, controlada por los poderosos, la que se nos quiere hacer creer, y la urgencia en mantener esta lucha donde las agencias alternativas de informacion, o los particulares, trabajen juntos para que se conozcan todas las versiones de la realidad, y no tengamos que conformarnos solo con la version que nos ofrecen los medios de comunicacion controlados por empresas y gobiernos.

Via Dênis de Moraes . Facebook





“Ahora estamos en las montañas del “suroeste Mexicano” en la Selva Lacandona, Chiapas, México y queremos aprovechar este medio y la ayuda que nos da la Convención Nacional para la democracia México-Estados Unidos para enviar un saludo y un mensaje a la conferencia “Liberando los medios de comunicación” que se va a analizar a fines este mes en Nueva York, Estados Unidos donde habrá hermanos y hermanas de los medios de comunicación independiente de la Unión Americana y del Canadá.

Nosotros queríamos repetir o tratar de explicar un poco más lo que ya dijimos durante el encuentro Intercontinental por la humanidad y contra el neoliberalismo, tratábamos de decir que en ese proceso de descomposición mundial lo que llamamos la cuarta Guerra Mundial, el neoliberalismo y el proceso de globalización económica trata de eliminar a la mayor parte de la gente que no es productiva, lo que llamamos minoritarios que a la hora de hacer las sumas y las restas resultan que son la mayoría de la población y del mundo y nos encontramos con un sistema mundial (ahora sí) de globalización que está dispuesto a sacrificar a millones de seres humanos.

En este sentido los grandes medios de comunicación, los grandes monstruos en la industria de la televisión en la comunicación satelital , en la prensa de magacine y en la prensa de periódicos de “news-paper” parece empeñada en buena parte en tratar de presentar un mundo virtual creado a la imagen y semejanza de lo que el proceso de globalización requiere.

En ese sentido el mundo de la noticia moderna sólo es el mundo de lo que le acontece a la gente importante, a los VIPs (very important people), su cotidianidad es la que importa si se casan, si se divorcian, si comen, si se visten, si se desvisten, de las grandes estrellas de cine, de los grandes políticos, pero el común de la gente sólo aparece en los medios de comunicación en el momento en que mata o en el que es muerto.

Para los grandes medios de comunicación, para el poder, poder neoliberal en el mundo los otros, los excluidos, sólo existen cuando están muertos o cuando están en la cárcel o son detenidos. Esto no puede seguir así porque finalmente lo que va a ocurrir cuando este mundo virtual se choque tarde o temprano con la realidad mundial y lo que está ocurriendo va a producir efectos de rebelión y de guerra en todo el mundo, o lo que falta del mundo por tener guerras.

Nosotros podemos tener una actitud cínica frente a los medios de comunicación, aceptar que eso es así y que no se puede hacer nada contra ese poder del dinero que se expresa en imágenes en palabras y en comunicación digital, en sistemas computerizados y que invade, no de noticias del mundo sino de una forma de ver el mundo, sólo la forma del poder, de cómo se debe ver el mundo, decir: sí bueno si finalmente si así es, si no podemos y no tenemos nada que hacer, otra aptitud que podemos asumir es simplemente de incredulidad, es decir, todo lo que digan los medios de comunicación de los grandes monopolios es mentira, no nos interesa y conformarnos con la vida doméstica que tenemos.

Hay una tercera opción que no es ni el conformismo ni el escepticismo o la desconfianza, es tratar de construir otra forma de dar a conocer al mundo lo que ocurre en sus diferentes partes, de interesarse desde un punto de vista crítico y apegado a la verdad de lo que ocurre con la gente que habite el mundo pues en todas partes.

En ese sentido, el trabajo que han logrado hacer los medios independientes en todas las historias de luchas sociales que hay en el mundo, pero sobretodo en Norteamérica, es decir en el Canadá, en Estados Unidos y en México los medios de comunicación independientes han logrado abrir espacios incluso dentro de los medios de comunicación masiva dentro de los monopolios que obligan a esos monopolios a tratar de dar cuenta de otros procesos sociales que se convierten en noticia.

El problema no es saber lo que ocurre en una parte del mundo sino entenderlo y sacar las lecciones que deben darnos, como si estuviéramos estudiando historia, pero no una historia pasada sino lo que está ocurriendo en estos momentos en cualquier parte del mundo es una forma de aprender qué somos, qué es lo que queremos, qué es lo que podemos ser y qué es lo que nos puede ocurrir si hacemos una cosa o si hacemos otra.

El papel de los medios de comunicación independiente, es decir, que no responden a los intereses de los grandes monopolios y que su qué hacer, su proyecto de vida y su proyecto político no es otro sino el de dar a conocer lo que ocurre se hace cada vez más importante en este proceso de globalización, se convierten en un modo de resistencia, en contra de la mentira, en una posibilidad de guardar la verdad, de mantenerla y difundirla, un poco a la imagen del libro de Farenheid 451 donde un grupo de gente se dedica a aprenderse libros de memoria para que si los destruyen no se pierdan.

Igualmente, los medios de comunicación independiente tratan de guardar las historia, las historia presente, cuidarla y tratar de difundirla y de hacer que no desaparezca de la mejor forma que se pueda hacer que es: difundiéndola en otras partes.


De ahí que este trabajo sobretodo en el proceso de globalización que hay en el mundo no pueda darse a una nación, a un país, a la región de un país, o a una ciudad o a un grupo social, sino que es necesario que esos grupos independientes puedan ayudarse no sólo para intercambiar información, para ampliar sus canales de comunicación sino también para poder resistir al avance de la mentira que se da en los grandes monopolios. La verdad que puedan ir construyendo cada quién en su grupo social, en sus ciudades en su región, en su país se va a potenciar si entra en relación con otras verdades y reconoce que lo que está ocurriendo en otras partes del mundo también forma parte de la historia de la humanidad.


En ese sentido, cuando nosotros en el encuentro Intercontinental por la humanidad y contra el neoliberalismo, a principios 7 de Agosto de 1996 llamábamos a crear una red de medios de comunicación independiente, una red de información, estábamos pensando en eso, en una red que permitiera resistir el poder de la mentira y el engaño que se empieza a avistar para poder vender esta guerra, “la Cuarta Guerra Mundial” que decimos nosotros. Esto es necesario para poder resistir no sólo en los movimientos sociales sino también en ese proyecto de vida, ese proyecto político, ese proyecto de la humanidad que es el derecho a la información crítica y verdadera.

Nosotros queríamos saludarlos a todos ustedes, reconocerles el trabajo que han hecho, no sólo para que la lucha de los pueblos indígenas se conozca, sino que también otras luchas se conozcan y que los grandes acontecimientos mundiales puedan ser vistos de una forma crítica. Ojala, esperamos que su reunión tenga éxito y que se pueda concretar en acuerdos de esta red, de este intercambio, de este apoyo mutuo que debe haber entre los trabajadores de la cultura y de los medios de información que trabajan de forma independiente. Esperamos que alguna vez podamos asistir personalmente a su encuentro, a su conferencia, o que en el peor de los casos algún día puedan hacer esa conferencia en territorio donde estemos nosotros, donde podamos llegar nosotros para poder escuchar sus palabras y que ustedes puedan oír la nuestra personalmente, por ahora aprovechamos el apoyo de la Convención Nacional para la Democracia y del uso del sistema de video para poderles enviar un saludo, así que “good luck” I don’t know if my English is okay, but good luck and so long. Cut”.

Etiquetas: Anarquia

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dalai Lama: compaixão e honestidade na Educação


Recomienda Dalai Lama a maestros ser honestos

“Los niños, cuando se relacionan con su maestro, están esperando que éste sea transparente, que sea una persona que no miente, una persona honesta”.

“Los niños, cuando se relacionan con su maestro, están esperando que éste sea transparente, que sea una persona que no miente, una persona honesta”, aseguró el Dalai Lama ayer al dictar la conferencia magistral titulada “Afilando la mente, nutriendo el corazón”, invitado por el Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación (SNTE).

Para el líder espiritual, uno de los principales defectos del modelo educativo predominante, tiene que ver con su enfoque dirigido hacia lo que denominó como “el progreso material”, con lo cual se ha descuidado el desarrollo de valores como la compasión, algo fundamental, dijo, para alcanzar la “paz en el mundo”.

El Dalai Lama - cuyo significado es “océano de conocimiento” -, agregó que el docente debe ser una persona “muy directa y franca… honesta”, ya que los alumnos detectan si un maestro adopta alguna conducta o actitud falsa.

“La compasión no se enseña con palabras o enseñando lo que significa. El alumno tiene que ver que el maestro está expresando con toda su conducta y con su actitud los signos de compasión”, señaló el XIV Dalai Lama ante maestros e invitados del SNTE en el Centro Cultural del México Contemporáneo, en la ciudad de México.

Añadió que por eso es importante que el maestro ponga el ejemplo a sus estudiantes.

“Si eso sucede, es probable también que al alumno le resulte mucho más fácil estudiar otros temas que son parte de su sistema educativo”, mencionó el monje tibetano.

De este modo, cuando el alumno crezca y desarrolle alguna profesión seguramente tendrá esa visión orientada a buscar el bienestar general, en cambio si el maestro es alguien que siempre está enojado o demuestra mucho odio o resentimiento, el discípulo va a vivir con miedo y no va a entender lo que significa la compasión, dijo.

Por ello, Tenzin Gyatso, el XIV Dalai Lama, expresó que los maestros son los que “están construyendo el mundo futuro” al formar la mente y la actitud a los jóvenes.

“Para mí es fácil, yo mañana me voy, pero son ustedes los que día tras día, mes tras mes, año tras año van a estar en contacto con sus alumnos”, por lo que el Dalai Lama les pidió a los maestros  que conserven la fortaleza interna que proviene de “la compasión, del amor y del corazón cálido”.


Dalai Lama

Reproduzido de Educación a Debate por Héctor Rojas
12 setembro 2011

México: crianças indígenas na defesa e luta pela terra de seu povo



Crianças da comunidade Cherán (México) também participam da mobilização para defesa e luta pela terra de seu povo, e querem "viver sem angústias e temores". Querem "viver em Paz e em absoluta Liberdade".

Foto de Clayton Conn. Veja o texto por Gloria Muñoz Ramírez (Revista Barrial, Setembro 2011) na página de Desinformemonos, clicando aqui.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Recuperar la palabra de los pueblos


Cumbre Continental de Comunicación Indígena Abya Yala 2010

Este evento sin precedentes, logró promover el auto-desarrollo de los pueblos indígenas, mediante la defensa de sus derechos colectivos, en especial, el derecho a la información y comunicación propia.

Abya Yala, en el idioma Kuna Yala de Panamá, significa “tierra en plena madurez” o “tierra de sangre vital”, y con este nombre era conocido el continente Americano antes de la invasión europea, que masacró e intentó exterminar las civilizaciones originarias del continente.

Sin embargo, muchas sobreviven en medio de la discriminación, explotación y violación de sus derechos fundamentales como el reconocimiento constitucional y la autodeterminación, entre otros. Su resistencia se vuelve cada día más fuerte, reivindicando la vida, cosmovisión, identidad, valores, cultura, idiomas originarios y aspiraciones de los pueblos y nacionalidades indígenas.

Por ello, este año se realizó la primera cumbre de comunicación indígena, como un compromiso adquirido por los pueblos originarios del Cauca de Colombia, en la Mesa de Comunicación de la IV Cumbre Continental de los Pueblos y Nacionalidades del Abya Yala, realizada en Perú en mayo de 2009.

En la declaración final de la Cumbre, ratificada por sus más de 140 organizaciones participantes, exigen a los Estados Nacionales y organismos internacionales el “respeto a los sitios sagrados indígenas de comunicación con la naturaleza, porque existen prácticas de apropiación y profanación por parte de multinacionales y de instituciones y oficinas gubernamentales”.

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“No por casualidad ésta primera Cumbre Continental de Comunicación Indígena del Abya Yala se realizó en estas tierras, donde 37 pueblos indígenas de Colombia están en riesgo de desaparición forzada por causa del conflicto armado”, se lee en la declaración final.

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Sobre los principales acuerdos de este encuentro, está la creación y fortalecimiento de una red continental de comunicación, establecer una escuela itinerante de comunicación indígena integral. Además rescatar, recopilar y clasificar información y materiales con valor histórico y cultural para ser digitalizados, poner en marcha una campaña sobre el cambio climático, fortalecer la partición de mujeres y jóvenes, hacer alianzas y buscar la sostenibilidad.

“La comunicación indígena debe trabajar permanentemente para descolonizar los conceptos impuestos y reconstruir los propios, a fin de fortalecer nuestra vinculación con el cosmos, la naturaleza y la vida” declaran.

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Además, declaran al año 2012 como el Año Internacional de la Comunicación Indígena y demandan que los gobiernos y organismos internacionales lo asuman e incluyan en sus agendas políticas y presupuestarias.

61 pueblos y nacionalidades indígenas participaron y ratificaron esta declaratoria, entre organizaciones, comunidades, colectivos, universidades, redes y medios de comunicación de 21 países de Latinoamérica, Canadá, Estados Unidos, España y el país Vasco que se involucraron en este esfuerzo.

La próxima cumbre será en territorio mexicano el año 2013, siendo deber de los pueblos, sus organizaciones y comunidades, medios y redes de comunicación indígena asistentes a esta Cumbre impulsar la realización de dicho evento.

Leia o texto completo clicando aqui.