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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Documentario: "La independencia Inconclusa"


LA INDEPENDENCIA INCONCLUSA, aborda los grandes temas pendientes de una América Latina que aún no cumple el sueño emancipador de los Libertadores, pero que en su Bicentenario sigue luchando por una definitiva independencia...

Esta monumental obra documental, es la primera coproducción en la historia del cine y televisión latinoamericanos, con una auténtica mirada integradora a nuestro continente. Un documental que plantea una reflexión y exploración crítica a nuestra historia republicana de 200 años, en un emotivo viaje a la memoria y que proyecta una perspectiva de cambio desde una visión contemporánea.

Los más diversos personajes de nuestra región, desde jefes de estado hasta gente común, pasando por líderes e intelectuales, hombres y mujeres representativos de nuestra diversidad identitaria, realizan un coral y notable Diálogo de América. Un apasionante retrato audiovisual de estos 200 años, atraviesa las luces y sombras de los principales hechos sociales, políticos, y culturales, entreverados con los héroes, pero también los villanos... protagonistas de esta historia jamás contada...

El Documental del Bicentenario

Largometraje 188 minutos en dos Partes.
Serie de 6 capítulos de 50 minutos c/u
Rodada en Cine Alta HD. Color y blanco y negro
...Producida por LUIS R. VERA PRODUCCIONES E. I. R. L.
En Coproducción con: Villa del Cine, Universidad Autónoma Metropolitana,
Metatrón Films,
Otra Cosa Producciones, ICAIC.

Con auspicio de ALBA Cultural y la participación de TELESUR.

Equipo creativo y técnico principal

Luis R. Vera: Guionista, Director, Productor
Sergio Trabucco: Productor ejecutivo



Saiba mais clicando aqui.

Lançamento em Belo Hortizonte/MG: dia 09 nov 2011
AFFEMG . 18:30 H

sexta-feira, 11 de março de 2011

A pauta única das agências internacionais de notícias


"Notícias internacionais têm pauta única

As agências de notícias tradicionais foram criadas como empreendimentos para a divulgação de informações financeiras em meados do século 19. Apoiadas pelos governos dos países onde tinham sede, essas agências nunca deixaram de ver o mundo segundo a ótica peculiar desses mesmos países.

(...) As agências de notícias tradicionais foram criadas como empreendimentos para a divulgação de informações financeiras em meados do século 19.

A Reuters, de 1851, esteve durante muito tempo a serviço da família Rothschild, interessada em informações rápidas e precisas sobre os mercados financeiro e mercantil da Europa.

Apoiadas pelos governos dos países onde tinham sede, essas agências nunca deixaram de ver o mundo segundo a ótica peculiar desses mesmos países.

Tanto é que a UNESCO, nos anos 1970/80, impulsionou o debate por uma Nova Ordem da Informação e da Comunicação interrompido com ascensão dos governos Reagan, nos EUA, e Thatcher, no Reino Unido.

Perceberam esses governantes que uma “nova ordem” informativa implicaria num enfraquecimento do projeto neoliberal, em fase inicial de implantação no mundo.

A sonhada circulação de notícias sul-sul, capaz de quebrar o fluxo informativo norte-sul, foi adiada. EUA e Reino Unido chegaram a cortar suas contribuições financeiras para a UNESCO como forma de pressioná-la a deixar de lado o debate sobre a comunicação.

E foi o que aconteceu. Os anos 1990 assistiram a um perfeito entrosamento entre a ordem econômica e a ordem informativa, alinhadas no projeto neoliberal.

Mantinha-se praticamente intacto o fluxo informativo internacional implantado no século 19 pelas três grandes agencias internacionais européias (Reuters, Wolff e Havas) e, associado no século 20, às estadunidenses AP e UPI.

A centralidade de poder era tão grande que notícias da Bolívia só chegavam ao Brasil depois de passar por Nova York, Paris ou Londres.

Se a UNESCO não conseguiu romper essa lógica, o surgimento de novas tecnologias da informação e a visão estratégica de alguns governos, como os da Venezuela e do Qatar, puseram em cheque a ordem estabelecida".

Laurindo Lalo Leal Filho
11 mar 2011

Leia o texto completo na Carta Maior clicando aqui.

Leia também "Agências internacionais discutem acordo contra pirataria da notícia na Internet", de 23 out 2010, na página de Amambai Notícias clicando aqui.