Mostrando postagens com marcador Chakana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chakana. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de abril de 2013

Las 4 direcciones y la Cosmovisión Andina



En la cosmovisión andina, cada una de las 4 direcciones (Sur, Oeste, Norte, Este) están vinculadas con un animal de poder arquetípico que representa e inspira determinados valores. Cada uno de estos animales además irradia una vibración de energía diferente y nos ayuda en determinadas circunstancias de nuestra vida.

Serpiente (Sur): La serpiente (Sachamama) nos enseña a dejar atrás nuestro pasado, lo que ya no nos sirve, lo que no necesitamos, de una sola vez, como lo hace ella al mudar de piel, Alberto Villoldo dice que “la serpiente simboliza el conocimiento, la sexualidad y la sanación”. La invocamos cuando necesitamos sanar, desapegarnos de situaciones, personas, relaciones que no nos hacen bien. Está asociada al cuerpo físico y al Ukhu Pacha (“mundo de abajo”).

Jaguar (Oeste): El jaguar (Otorongo) nos enseña a caminar con gracia y belleza, sin miedo y sin enemigos, y a dar el salto hacia la próxima vida cuando llega el momento oportuno. Dice Villoldo “el jaguar implica la transformación súbita, vida y muerte (…) ayuda a desmembrar aquello que debe morir con el fin de que algo nuevo pueda nacer”. Está asociado a la mente y al Kay Pacha (“mundo del medio”).

Colibrí (Norte): El colibrí (Q´enti) nos enseña a obtener sabiduría de cada experiencia, tanto buena como mala, y a que tenemos la capacidad de cambiar de dirección en nuestro vuelo cuando le deseamos. Según Villoldo “representa el coraje que se requiere para embarcarse en un viaje épico” (cada año los colibríes migran de Brasil a Canadá, un viaje aparentemente imposible para aves de su tamaño). “La energía del colibrí nos impulsa a ese viaje épico que nos llevará de vuelta a nuestro origen, donde nació nuestro espíritu”. El colibrí está asociado al alma y al Hanaq Pacha (“mundo de arriba”).


Cóndor y Águila (Este): El Cóndor (Kuntur) y el Aguila nos otorgan el poder de la visión. Nos enseñan a elevarnos hacia las alturas para poder ver el todo, sin que los pequeños detalles de nuestra vida nos detengan o interfieran en nuestra misión. Villoldo afirma que “las energías del águila nos ayudan a encontrar la visión directriz de nuestra vida. Los ojos del cóndor ven el pasado y el futuro, y nos ayudan a saber de dónde venimos y en qué nos vamos a convertir”. Estos animales están asociados al mundo del espíritu y representan el poder autotrascendente de la naturaleza.





Reproduzido de Facebook SOL DEL SUR via Facebook Crónicas de la Tierra sin Mal
13 abr 2013.

Saiba mais:

"Chakana ordenador cósmico", em Caminos de Wayra, clicando aqui.



sábado, 17 de novembro de 2012

Florianópolis abalando nas mídias com as ruas em chamas: e, eu com isso?


Florianópolis abalando nas mídias com as ruas em chamas: e, eu com isso?

Quando a polititicagem da ilha de “belezas sem par” e da Santíssima Catarina da Tríplice Aliança se prestarem a encarar e assumir suas responsabilidades pessoais/coletivas nos cargos que ocupam, prestando o necessário serviço à sociedade ao invés de apenas mamarem nas tetas cornucópicas dos poderes, vai que tudo não apenas se disfarce de “paz” e “tranquilidade pro nosso cidadão”, e a situação volte “a “normalidade”, “cessem” os “transtornos” e que “o bem já venceu o mal”...

Assim disseram, com cara de compungidos borocoxôs, as apresentadoras do Jornal do Almoço RBS/SC 17/11/12), e o presidente da SETUF – o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros da Grande Florianópolis – parecendo demonstrar infinita preocupação com a qualidade vida dos motoristas, cobradores e passageiros. Além disso, sabemos da preocupação em relação ao patrimônio (não segurado) de suas empresas. Cenas anteriores e seguintes, Carnafloripa, festival de música eletrônica, reforço da PM contra o “terrorismo”, uma outra notícia final sobre “solidariedade” para afagar o coração dos espectadores/consumidores tão “quiridos”.

Tudo normal para a mídia no papel dela de des-informar e manter a notícia quentinha na cabeça do povo sob os panos com suas chamadas urgentes, seus plantões de notititícia das fofocas que aquela “gente faz pra você”... O jornal foi muito, digamos, mixuruca, pois que não botaram mais fogo pelas ruas para que o show midiático fizesse as delícias da dieta informacional do dia. Ó céus, ó azar...

Que “normalidade” seria essa para esse “pedacinho de terra perdido no mar”? Que a polititica e os des-mandos continuem na paz da mesmice desse “amor” e solicitude dos poderosos pela ilha? Que se apagassem os focos de uns incêndios para que esses não revelassem outros?

No mais, que “bandidos” são esses cujos alvos são “aterrorizar” a população atacando os motoristas e cobradores dos ônibus, os PM nos postos guardando a serenidade dos que dormem sossegados pela madrugada? Esses pobre-coitados são tão explorados pelo “regime” quanto a população pé de chinelo que segue aflita pela vida e seus afazeres, quando era feriado nessa sexta (16/11) apenas para expressiva parte dos servidores públicos estaduais, e seus digníssimos representantes da elite de raposas velhas e novas da polititica regional...

E, de qual “bandidagem” estamos tratando? De laranjas pés de chinelo, explorados que entopem as cadeias e cumprem ordens de outros mandatários, ou dos que cometem os crimes de estelionato, prevaricação, improbidade administrativa, também soltinhos da silva que trabalham e moram muito bem, e muito além das zonas de maior “periculosidade”? Esses não andam de ônibus em comboio, escoltados pela PM solícita na defesa dos “cidadãos”.

Se por uma infelicidade e completa atrocidade fossem os alvos as lanchas e carrões importados, os domicílios nobres ou as cadeiras almofadadas de gabinetes de poderosos, aí sim, que o ”high society “ de uma Florianópolis em chamas teria abalada as mais sacrossantas bases da ordem e do progresso republicando tão formosamente representados pelos diligentes e dirigentes das santíssimas alianças que se fazem aqui na Capitania Hereditária há 500 anos.

Fazer promessas “Por uma cidade mais humana” é fácil, fácil, quando o real interesse dos nobres mandatários legitimados pelo voto parece ser manter a desordem, e a confusão generalizada, para que eles mesmos se apresentem como os salvadores da pátria e de tudo o que desassossega o cidadão/eleitor.

Será que os quase não eleitos César Júnior e João Amim vão se prestar a fazer mais que “sincronizar os semáforos” para resolver os problemas de trânsito do município ou, segundo seu folhetim eleitoreiro, ir além da constatação de que “a Guarda Municipal é uma fábrica de multas” e ele “vai cuidar das praças e da porta das escolas para a proteção de nossas crianças”? Aliás, nem deram ainda as caras para falar do assunto ao povo, ao cidadão aterrorizado...

Quem sobreviver às noites e dias de “terrorismo” verá o que virá: aumento das tarifas do transporte urbano, engarrafamentos de verão, acidentes e mortes, falta de infraestrutura, navios e cruzeiros que não atracam, falta de água, e a mesmice da “paz” na ilha da fantasia no verão que chega e das estações que se sucedem inalteradas.

Que os defensores do voto branco e nulo no segundo turno das eleições em Florianópolis sejam os primeiros da fila a enfrentar os cacetetes, bombas de gás lacrimogêneo e tirania, da PM e dos guardadores das virtudes republicanas que nessa semana saíram em prestimosa defesa dos cidadãos e cidadãs da Grande Florianópolis e do Estado da Santíssima e milagreira Catarina. Esse circo polititico e midiático armado com idiotas mal humorados, no picadeiro e nas arquibancadas, vai pegando fogo...

Sairá tudo no Jornal do Almoço e nos “shows da vida”, no prato feito da notícia entre sangue, ostras e champanhes importadas, com as inevitáveis matérias requentadas do arrozinho com feijão da mídia, como é feito todos os anos... e os borocoxôs seremos muitos de nós a assistir a mesmice, omissos e coniventes com tantas “belezas sem par” nos horrores que acontecem e arranham a imagem da “capital do turismo do Mercosul” com Índice de Desenvolvimento Humano e delírios de grandeza na estratosfera, afofando almofadas, esquentando travesseiros e assentos, acompanhando a propalada calamidade pública pelas telas. Vidiotas e cidadãos sem direitos, com indigestão crônica pelo que essa classe dominante nos enfia goela abaixo, alienados de qualquer traço de dignidade humana.

Quando a consciência cidadã estiver no limite da azucrinação e indignada com tantos bandidos, malfeitos e mal-feitores da senzala política e midiática é que mais que um milagre acontecerá nessas bandas. Com tantas notícias muitas vezes bem plantadas, com requintes tecnológicos, cores e gostos para a persuasão do povo espectador de tantas des-ordens, há que se ir até as raízes dos fatos para des-cobrir o que produz tudo isso e, lutar para a vivência e plenitude dos direitos nesses mares, ilhas e desertos com suas “matas escuras” de caçadores e caças de culpados, de bandidos e mocinhos na luta do bem contra o mal nesse mundinho de falta de vontade de mudar, de não transformar nada.

E eu com isso?

Eu creio que sobra incêndio onde falta luz interior... e, o que seja bondade e ruindade começa ali, bem dentro da gente.

Então, vou me fazer, ser e sentir “caçador de mim”. Querer ser nessa vida nos faz assim, estar numa ilha e nesse mundo sem ser deles, “sem nada a temer, senão o correr da luta”, sonhando e realizando, dia a dia na des-coberta de uma vida, do bem conviver e do bem viver para todos... consciência cosmocidadã...

Seguir nesse caminho de amadurecimento e aprofundamento, na com-paixão, na paz e alegria com o Outro, na Educação vivida com amor, porque “ordem e progresso” num sentido mais profundo só virão quando formos conscientes de nossa dignidade, responsáveis com a devida coragem e boa vontade para mudar o que seja preciso na busca e na entrega a uma harmonia que promova a re-evolução, pessoal, comunitária, fraternal, verdadeira solidariedade que co-mova os corações e mentes numa comum-única-ação, ascensão numa luz que incendeia o universo...

As estrelas que o digam, e nos indiquem esses possíveis caminhos para nos e-levarmos a esse Outro Mundo tão querido...

Leo Nogueira Paqonawta