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terça-feira, 5 de junho de 2012

Pais poderão monitorar filhos no Facebook


Pais poderão monitorar filhos no Facebook

Redação
Folha de S. Paulo
05/06/2012

Adultos terão contas conectadas às dos menores de 13 anos; rede visa ampliar receita com jogos.

Hoje proibidos de criar perfis no Facebook, crianças e pré-adolescentes menores de 13 anos poderão em breve acessar a rede supervisionados pelos pais, de acordo com relato do "Wall Street Journal". O plano é ampliar a receita da rede social com jogos on-line.

Está em fase de testes um mecanismo que conecta a conta das crianças à dos pais, cabendo aos responsáveis escolher os "amigos" dos filhos.

Segundo estudo da Microsoft Research, 36% dos pais americanos de filhos menores de 13 anos sabem que eles acessam o Facebook, mesmo sendo oficialmente proibido.
O Facebook argumenta que a nova tecnologia também servirá para limitar que espertinhos burlem o sistema.

Permitir declaradamente o acesso à rede social de crianças dará ao Facebook público para jogos voltados segmento infantil, ainda pouco explorados no site, mas muito presentes na forma de aplicativos para iPhone e nos smartphones que rodam o sistema operacional Android.

Política de dados

Autorizar o acesso de crianças pode ampliar a pressão dos órgãos reguladores sobre a política de dados do Facebook que capta informação pessoal publicada na rede. Com isso, o site direciona publicidade a um determinado público específico.

"Estamos em constante diálogo com acionistas, reguladores e outras pessoas envolvidas com normas sobre o melhor modo de ajudar os pais a manter a segurança das crianças on-line", informou o Facebook.

Reproduzido de Folha de São Paulo (05/06/12) via clipping FNDC


Comentários de Filosomídia:



"Poderão"? Mas, já não deveriam estar fazendo isso há tempos?


Pela empresa, "o plano é ampliar a receita da rede social com jogos on-line", diz a notícia, e-s-c-a-n-c-a-r-a-d-a-m-e-n-t-e. E, a conta disso e tudo o que virá depois é, teoricamente, responsabilidade dos pais e ou responsáveis.


Aguardem, que as questões que envolvem esse "ampliar a receita" é apenas uma pontinha do iceberg de tudo o que "ampliará", pois se não me engano, faz tempo que as crianças e menores de 13 anos já têm conta no Facebook, naturalmente que sem muito conhecimento pelos pais do que seus filhos fazem...

domingo, 1 de abril de 2012

Big Mother UK: "Grã-Bretanha 'poderá monitorar e-mails e sites' com nova lei"


Grã-Bretanha 'poderá monitorar e-mails e sites' com nova lei

O governo britânico deve anunciar em breve uma nova lei que o permite monitorar e-mails, telefonemas, mensagens de texto e buscas de internet de todos os cidadãos do país. O ministério do Interior diz que tais poderes são vitais para que os serviços de polícia e segurança possam investigar crimes sérios e terrorismo.

A nova lei, que pode ser anunciada no discurso da rainha Elizabeth 2ª em maio - obrigaria provedores de internet a darem acesso ao serviço de inteligência britânico às comunicações em tempo real, caso sejam requisitados.

A inteligência não poderia ter acesso às mensagens sem um mandado, mas poderia identificar com quem um indivíduo ou grupo mantém contato, com que frequência e por quanto tempo o contato aconteceu.

Grupos de liberdades civis expressaram preocupação e criticaram o plano. Uma ideia semelhante foi abandonada em 2008 após uma forte oposição pública.

O governo já tem acesso a uma grande quantidade de dados de comunicações no país, mas as regras sobre como estes dados podem ser utilizados são diversas.

Reproduzido de BBC
01 abr 2012


Veja mais:

“Proposed UK legislation could allow for monitoring email and internet browsing activity without a warrant”, por Nathan Ingraham (The Verge 01 abr 2012)

UK e-mail law 'attack on rights' (BBC 2009)

QueenLiz2 goes live on Facebook, though Her Maj will not be abused

NOT BAD — THE ROYAL FAMILY HAS MADE 209,000 friends in its first three days on Facebook. Rebranding what she has along called “The Firm” as The British Monarchy (TBM), Her Majesty Queen Elizabeth II this week opened for business on the web’s biggest social network where democracy in action means that, although we cannot strictly become Her Majesty’s “Friend” as with every other Facebook member, we can express her popularity by clicking on the notorious “Like” button. Nor can we “poke” the Queen or Prince Philip in the jargon of getting acquainted online, but we can certainly scrawl on their wall, though the First Footman of the Interweb reserves the right to remove offensive comments. Indeed, he was kept on his toes on Monday heading off a stream of republican abuse that included the phrase “scrounging layabouts”.

Innovations include an exclusive “Near Me” application which will enable British citizens as well as Al-Qaeda to track the Queen’s every move on a searchable map of the United Kingdom. The Court Circular, the topical record of official royal engagements produced by the royal household, is also available on Facebook. For the past 200 years The Times and two other newspapers have enjoyed this privilege.

The TBM Facebook group is however reluctant to share the monarch’s intimate tastes such as those reported in yesterday’s Times and elsewhere: that the Queen’s favourite tipples are gin and Dubonnet; that her TV viewing includes The Bill (a police soap), and Kirsty’s Home Videos (compilations of the British public at play) which she asks her servants to tape when she’s busy, as well as re-runs of horse-racing; and that her cornflakes reside in a Tupperware container on the breakfast table.

An aide said: “Facebook is probably the last bastion of social media the royal household had not yet entered, and the Queen is keen to be fully signed up to the 21st century. The important thing about Facebook is its international reach, as the Queen is head of state in 16 countries.” The 84-year-old Queen uses a mobile phone, has her own private email address, surfs the web and ventured into online networking in 2007 by launching TheRoyalChannel on One’s Tube, sorry, YouTube, followed by @BritishMonarchy on Twitter last year and Flickr this summer.

Royal.gov.uk remains the official website of The British Monarchy which represents all 17 “working members” of the Royal Family. It confirms their official surname as Mountbatten-Windsor, and reminds us that the traditional greeting from men is a neck bow (from the head only) whilst women do a small curtsy. Otherwise, a handshake is fine.

Reproduzido de Shapers of The 80s
10 nov 2010


Comentário de Filosomídia:

"Investigar crimes sérios e terrorismo"? De quem? Do povo insatisfeito, ou os crimes e terrorismo das altas classes no poder há séculos?

Mas, o Rupert Murdoch não fazia escandalosamente isso mesmo com seu jornal, que foi fechado? Fecharão o Parlamento, a Monarquia?

Viva o século XXI e a "Rede", viva a "Liberdade de Expressão"! Viva o Parlamento Inglês? Que mal exemplo a governança bretanha dá ao mundo com esse ato...

quinta-feira, 15 de março de 2012

Natal 2011: resultado do monitoramento de publicidades na TV


Hasbro vence Prêmio Manipuladora pelo Natal de 2011

Consumismo e Infância
Por Redação em 14 março 2012

O resultado do monitoramento de publicidades na TV realizado nos 15 dias que antecederam o Natal de 2011 revelou uma nova ganhadora do Prêmio Manipuladora: a Hasbro. A empresa – que fabrica brinquedos como Baby Alive, Nerf, My Little Pony, UNO Monster High, e Transformers 3, entre outros – teve cerca de 6.560 inserções publicitárias entre 10 e 24 de dezembro de 2011, contabilizando 14,3% das propagandas dirigidas a crianças nos 15 canais monitorados.

A fabricante de brinquedos passou a concorrente Mattel, vencedora do Prêmio Manipuladora do Dia das Crianças de 2011, com impressionantes 8.900 publicidades dirigidas ao público infantil nos 15 dias antes da data comemorativa. No período que antecedeu o Natal, a Mattel reduziu seu número de inserções para cerca de 3.730 anúncios.

Entre os canais abertos, a rede Globo foi a emissora que mais veiculou publicidade para crianças no período que antecedeu o Natal. Nos canais de conteúdo infantil, o Cartoon Network liderou novamente, seguido por Nickelodeon e Discovery Kids. Já o Rá Tim Bum repetiu a conduta que apresentou no Dia das Crianças de 2011 e novamente não veiculou publicidades para crianças no período que antecedeu o Natal.

Veja abaixo um resumo dos resultados e um breve comparativo entre o monitoramento do Natal e o do Dia das Crianças:

Clique para ampliar

Para comentar o resultado da pesquisa, Gabriela Vuolo, coordenadora de Mobilização do Criança e Consumo, vai participar de um chat pelo Twitter no dia 21 de março, das 18h às 19h. Participe enviando suas perguntas pela hashtag #chatconsumo e acompanhe pelo www.twitter.com/criancaeconsumo.

A publicidade que se aproveita da ingenuidade da criança é abusiva, segundo o Código de Defesa do Consumidor – e portanto, é ilegal. Pais, educadores e todos os que entendem a gravidade da publicidade que dialoga diretamente com a criança podem (e devem!) se manifestar.

No site do Projeto Criança e Consumo, você pode denunciar qualquer forma de comunicação mercadológica que estimule o consumismo infantil ou viole a integridade, dignidade e os direitos e garantias das crianças e adolescentes brasileiros.

Junte-se a nós e apoie o manifesto Publicidade Infantil, NÃO! pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil.


Para ver a pesquisa na íntegra, clique aqui.

Reproduzido de Consumismo e Infância