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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Revista Latino-Americana de Pesquisa em Comunicação (JLACR): Volume 1


Revista Latino-Americana de Pesquisa em Comunicação (JLACR)

Journal of Latin America Communication Research
Volume 1 Issue 1 (Jan-Jun 2011)
Freedom of Expression and Media Pluralism in Latin America

A Revista Latino-Americana de Pesquisa em Comunicação (JLACR) é uma revista semestral acadêmica, publicada e apoiada pela Associação Latino-Americana de Investigadores de Comunicação (ALAIC) e seus parceiros na área. O principal foco da revista é analisar e promover os estudos sobre os processos comunicacionais da América Latina que estão em processo de realização. Nesse sentido, a revista inclui temas gerais da mídia e da comunicação de massa, bem como a comunicação interpessoal e digital, vistos por diferentes pontos de vistas. A JLACR aceita artigos originais, principalmente derivados da investigação social, e outras propostas, como dissertações teóricas, revisões de literatura e análises de pesquisas anteriores.

Maiores informações clicando aqui na página da ALAIC, e ali no Observatório da Imprensa. Lançamento em breve.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O poder de influência da mídia


"A cultura de massa que temos está umbilicalmente conectada com a pauta apresentada instante a instante em algum dos veículos de comunicação em massa. Nada lhe escapa e, por isso mesmo, enorme é sua responsabilidade na criação da geração-consumo que temos "em nós" e também "diante de nós". Tendo como cenário as mudanças climáticas, a degradação ambiental e os extremos corrosivos da riqueza e da pobreza, a transformação de uma cultura de consumismo irrestrito para uma cultura de sustentabilidade ganhou força em grande parte graças aos esforços das organizações da sociedade civil e agências governamentais no mundo inteiro. A par com essas forças, e mesmo permeando-as, temos o poder de influência e onipresença da mídia.

Existem situações-limite em que não é lícito ser espectador de espetáculo nefasto que nós mesmos produzimos. Alardear a desgraceira toda, desnudar os mecanismos de poder envolvidos no debate para se criar políticas públicas de alcance mundial e, acima de tudo, alertar que o futuro é hoje, são tarefas que os meios de comunicação não podem e não têm a quem delegar.

(...) Estará a mídia, a grande mídia, preparada para promover novos conceitos de cidadania mundial, de paz internacional, de apreço e defesa dos nossos esgotáveis recursos naturais? Estarão os profissionais da comunicação desarmados o suficiente para municiar o inevitável debate sobre temas que afetam a todos, como a segurança mundial, os meios para a produção de melhores condições de vida a populações historicamente massacradas, massas anônimas da humanidade que somente entram no futuro pela porta dos fundos?"

Washington Araújo

Leia o texto completo no Observatório da Imprensa clicando aqui.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Anestesiados: la reacción de un español medio ante las noticias que le llegan desde los medios oficiales y masivos de comunicación.


"Según el diccionario de la Real Academia, el significado de “anestesia” es: falta o privación general o parcial de la sensibilidad, ya por efecto de un padecimiento, ya artificialmente producida.

Anestesia es pues, la primera palabra que viene a la memoria cuando uno piensa en la reacción de un español medio ante las noticias que le llegan desde los medios oficiales y masivos de comunicación.

(...) Puede que solo sean impresiones mías, pero creo que la saturación de informaciones banales provoca en el público un adormecimiento de los sentidos que le impide echar de menos noticias importantes y echar de más noticias que ni siquiera lo son. Este letargo también impide percibir la frecuencia y desparpajo con que las noticias nos son opinadas en lugar de comunicadas. Salga la gente de su aturdimiento, salga la gente de su sopor y reclame noticias, objetividad y calidad en la información".

Leia o texto completo de Víctor J. Sanz, no Blog Blogueros y Corresponsales de la Revolución, clicando aqui.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Formação de opinião: revisitando o poder da mídia


Parece não haver dúvida de que a mídia tradicional não tem mais hoje o poder de "formação de opinião" que teve no passado em relação à imensa maioria da população brasileira. E por que não?


Um texto clássico dos estudos da comunicação, escrito por dois fundadores deste campo, ainda na metade do século passado, afirmava que para os meios de comunicação exercerem influência efetiva sobre os seus públicos é necessário que se cumpram pelo menos uma das seguintes três condições, válidas até hoje: monopolização; canalização ao invés de mudança de valores básicos, e contato pessoal suplementar. Com relação à monopolização afirmam:



"Esta situação se concretiza quando não se manifesta qualquer oposição crítica na esfera dos meios de comunicação no que concerne à difusão de valores, políticas ou imagens públicas. Vale dizer que a monopolização desses meios ocorre na falta de uma contrapropaganda. Neste sentido restrito, essa monopolização pode ser encontrada em diversas circunstâncias. É claro, trata-se de uma característica da estrutura política de uma sociedade autoritária, onde o acesso a esses meios encontra-se totalmente bloqueado aos que se opõem à ideologia oficial" [cf. Paul Lazarsfeld* e Robert K. Merton, "Comunicação de massa, gosto popular e ação social organizada" in G. Cohn, org. Comunicação e Indústria Cultural; CEN; 1ª. ed., 1971; pp. 230-253].

Leia o texto completo de Venício Lima na Carta Maior clicando aqui.
* Foto: Paul Lazarsfeld