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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Google vai divulgar dados de usuários; aprenda a se proteger

Google vai divulgar dados de usuários; aprenda a se proteger

A nova política de privacidade do Google entra em vigor em todo o mundo em 1º de março, mas já desperta polêmica entre os internautas. No final de janeiro, a companhia anunciou que iria juntar os dados coletados dos usuários em todos os serviços que oferece, entre eles email, redes sociais e YouTube, para criar uma experiência “simples e intuitiva”.

A ação visa eliminar os obstáculos que a gigante da internet enfrenta para usar informações de um usuário do Gmail para o YouTube, por exemplo. Segundo a empresa, suas mais de 70 políticas diferentes, ou termos de uso assinados pelos internautas, vão ser compactadas em uma principal e 12 outras.

A mudança deve ajudar os anunciantes a encontrarem potenciais clientes e a personalizar as buscas dos usuários, seguindo, por exemplo, informações enviadas em emails.

A Microsoft lançou anúncios dizendo que seus serviços preservam os usuários e reguladores da União Europeia protestaram contra a política, além de pedirem mais tempo antes de sua aplicação para analisar se a privacidade dos usuários estaria devidamente protegida.

O Centro para Democracia Digital dos Estados Unidos também apresentou uma reclamação a Federal Trade Commission (FTC), na qual solicita que o Google seja processado para eliminar a nova politica de privacidade e multado. Caso isso ocorra, a FTC pode impor multas de mais de 16 mil dólares por dia para cada violação.

Mas ainda há tempo para aqueles que quiserem manter seus passos na internet em segredo –antes que o Google construa um perfil permanente que pode incluir informações pessoais como idade, sexo, localização e até mesmo sexualidade – antes da mudança.

Até 29 de fevereiro, é possível apagar o histórico de navegação, que vai limitar a extensão dos tópicos acompanhados pelo Google, que pode incluir os seus “segredos virtuais”.

Veja os três passos abaixo:

1 – Acesse a homepage do Google e faça o login em sua conta de email. Após isso, clique em cima do login na home para habilitar um menu. Entre na opção “Configurações de Conta”.

2 – Encontre a sessão “Serviços” e o link “Veja, ative ou desative o Histórico da web”. Clique em “Acessar Histórico da Web”.

3 – Na próxima página, clique na aba “Remover todo o histórico da Web”.

Desabilitar o histórico não evita que o Google use os dados para fins internos, mas a empresa irá torná-los anônimo em 18 meses. Além disso, a busca personalizada é desativada.

Mesmo que o usuário não esteja logado em seu email, o Google pode traçar o seu perfil pelo IP do computador. Logo, a forma mais segura de limpar um histórico pessoal é logando-se a sua conta.

Publicado na Carta Capital via Portal Vermelho
25 fev 2012

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Rede indiscreta: Botão Curtir coleta informações de usuários


Botão Curtir coleta informações de usuários

Não é novidade que o Facebook pode identificar o site onde o usuário clica no botão Curtir. Mas um pesquisador diz que o monitoramento é feito mesmo sem o clique

São Paulo -- Botões de compartilhamento incorporados a sites, como o Curtir do Facebook, o botão do Twitter e do Google Buzz, podem registrar a navegação dos usuários mesmo quando eles não fazem uso deles. De acordo com reportagem publicada por The Wall Street Journal, os botões registram as visitas do usuário a fim de utilizá-las para fins publicitários. Segundo o jornal, caso o usuário tenha se logado em uma das redes sociais no último mês, os serviços são capazes de coletar cookies e logs, que registram a navegação, armazenados no computador do usuário. A coleta só pararia com a realização do logout dos sites.

A reportagem se baseou em um estudo feito pelo ex-engenheiro do Google Brian Kennish. Em sua pesquisa, Kennish investigou os 1 000 sites mais populares da rede. De acordo com o estudo, o Facebook coletou informações em 331 deles; o Google, em 250; enquanto o Twitter o fez em cerca de 200. Por sua vez, Facebook, Twitter e Google negaram que seus botões de compartilhamento recolham informações dos usuários. Porém, o Facebook reconhece que utiliza informações do usuário quando ele clica no botão Curtir para fins publicitários.

Ainda de acordo com o jornal, a rede social deleta as informações capturadas por meio do botão após 90 dias. O Google faria o mesmo duas semanas após o registro. O Twitter, por sua vez, afirma que não faz uso das informações e as apaga logo na sequência, em caso de ativação do botão. O botão Curtir é usado por 33% dos 1 000 sites mais visitados globalmente, enquanto o botão do Twitter e do Google aparecem em 25% e 20% deles, respectivamente.

Reproduzido de Exame Abril . 20 mai 2011 . Vinicius Aguiari de Info Online

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O espelho mágico do Facebook


"O Facebook reflete a nossa época, egoísta e publicitária, preocupada com o marketing pessoal. Ele promove a experiência de estar em constante representação face a nossos amigos. E quanto mais a projeção eletrônica reflete a nossa personalidade, ou o nosso desejo, mais nos deixamos embriagar pelo seu reflexo".
http://diplomatique.uol.com.br/interf/spacer.gif
Por Philippe Rivière

Leia o texto completo na página do Le Monde Diplomatique Brasil clicando aqui.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Carta de princípios do Partido Pirata do Brasil


Somos um coletivo cuja missão é defender a liberdade e a democratização do acesso a cultura, informação e conhecimento. Nossa carta de princípios é fruto do consenso  de  todos  aqueles  que  constroem nossa  história,  e  todas  ações  e posicionamentos de nossos membros devem ser guiados por ela.

Nossos princípios são construídos de maneira colaborativa,  e estão sempre abertos  a  discussão  e  constante  reconstrução,  a  fim  de  acompanhar  as transformações pelas quais passam as pessoas e seu meio,  abarcando tudo que acreditamos  ser  necessário  para  a  viabilidade  de  uma  existência  livre,  justa, sustentável e colaborativa.

Leia mais clicando aqui.

Defendemos o acesso à informação, o compartilhamento do conhecimento e o direito à privacidade.