domingo, 3 de abril de 2011

Criança e consumismo: algumas notas na internet sobre as ''socialitezinhas'' no Fashion Weekend Kids 2011


Fashion Kids reúne ''socialitezinhas''
03 de abril de 2011
Jornal Estado de São Paulo

Perguntas:

As meninas desfilaram?
Mas ela sabe do que se trata?
Como era na sua época?
Vocês acham que as meninas sabem discernir as grifes? Por quê?
Sua sobrinha gosta de grife?
Ela sabe dizer o nome?

... Elas guardam dinheiro.

Pra quê?
Compram muito na Disney?
Será que na escola existe uma "alta sociedade infantil"?
Os pais têm responsabilidade sobre os valores das crianças?
O que quer dizer SVU?

Leia entrevista completa, de Paulo Sampaio, com mães e tias de crianças presentes ao evento 2011, no jornal O Estado de São Paulo, clicando aqui, e tire suas próprias conclusões.

NOTAS NA INTERNET SOBRE O FASHION WEEK KIDS 2001

Sony promove Fashion Weekend Kids em SP


Marcas aproveitam o evento para divulgar produtos e se relacionar com consumidores



A Sony é a patrocinadora master do desfile de moda infantil Fashion Weekend Kids, realizado em São Paulo. Com a iniciativa, o nome do evento passa a se chamar “Sony Fashion Weekend Kids”. A edição deste ano tem como tema o alfabeto. Os cenários criados são assinados por Chris Ayrosa e trazem instalações aéreas com livros, luminárias de lápis, colunas de cubos giratórios com letras gigantes, painel de palavras cruzadas, paredes pintadas com palavras e mobiliários estampados com letras.


Glamurama/Notas
02/04/2011

Glamurama está adorando o Sony Fashion Weekend Kids, que contou com vários desfiles bacanas e muito glamuzinho cheio de charme! Ana Cury é quem organiza o evento, e ela anda superanimada. Como é sempre um vaivém de convidados, Ana recebeu um mimo bem bacana da Mini Cooper, da BMW, que deixou um carro à disposição dela ao longo dos seis dias de desfiles. Chique, não?

Leia outras postagens de Glamurama clicando aqui.

Fashion Weekend Kids 2010

Moda também é assunto de criança, pelo menos durante o Fashion Weekend Kids, evento que reuniu duas mil pessoas no shopping Iguatemi, em São Paulo, entre o sábado 14 e o domingo 15. Seis famosas marcas infantis desfilaram suas coleções outono/inverno e ainda reuniram artistas como Rodrigo Lombardi durante os dois dias de evento. Para distrair a meninada, pouco acostumada com a maratona de desfiles, foi montada uma estrutura especial, com direito a uma minifábrica de chocolates, salão de beleza, espaço para brincadeiras, além de oficinas onde as crianças fizeram bolos em forma de casinha.

Leia também "O apartheid  do consumo" na página "Consumismo e Infância" clicando aqui.

Violência e exageros de alguns desenhos animados


"Regina de Assis fala sobre os exageros de alguns desenhos animados

'Assistir desenho animado na TV pode ser perigos para as crianças porque a maioria deles distorce conceitos e abusa da violência', diz a educadora Regina de Assis


A TV é boa ou má? Poucas pessoas são capazes de explicar tão bem o fascínio que ela exerce sobre as crianças de 4 e 5 anos quanto Regina de Assis, presidente da Multirio, a produtora de mídias da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Segundo a mestra e doutora em Educação, só entre 3 e 6 anos (quando os pequenos estão constituindo o conhecimento acerca de si próprios) a televisão pode ser considerada inimiga. "Nessa fase, tudo é determinante na definição de papéis. E alguns desenhos animados são extremamente violentos", diz. Consumo, sensação de autonomia e abuso de liberdade também são ingredientes negativos de alguns programas. Mas há luz no fim do túnel. Na entrevista a seguir, Regina sugere o que ver na TV aberta e a cabo.

Por que as crianças amam televisão?

Regina de Assis Porque ela é lúdica. A criança suspende facilmente a relação com a realidade. Todo o tempo ela mescla fantasia e imaginação com o mundo real. Pesquisas mostram que é insuportável para ela viver o tempo todo ligada à dura realidade das coisas. E isso vale também para nós, adultos, o que explica por que gostamos de ver a novela ou ler um romance. Mas a criança gosta de ver televisão porque tem necessidade de brincar.

O que a televisão pode acrescentar na faixa dos 4 aos 6 anos de idade?

Regina Aqui, no Brasil, os bebês vêem TV no colo da mãe. Mas só a partir dos 3 anos as crianças começam a aproveitá-la de forma interessante. Até os 6 anos, meninos e meninas estão constituindo um conhecimento acerca de si próprios: a identidade de gênero e étnica. Nessa faixa etária, a TV é importante como um elemento de constituição de identidade. Também é crucial para a percepção de como se dão as relações sociais, as relações com outras crianças, os adultos e o mundo em geral. É nesse momento que a elas começam a entender que a vida é pautada por códigos.

E que mensagens os programas passam para as crianças?

Regina Infelizmente, a maioria deles distorce conceitos. Em primeiro lugar, porque abusa da violência. Muitos desenhos animados são extremamente violentos. Na 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, realizada em 2004, no Rio, os adolescentes fizeram uma carta pedindo que nós, adultos, resolvêssemos os conflitos de violência sem usar mais violência. Percebemos que, do ponto de vista deles, o melhor são as soluções criativas.

(...) O que mais a senhora critica na programação infantil?


Regina A tendência a ridicularizar os adultos, como vemos em A Vaca e o Frango e As Meninas Superpoderosas. As meninas não são apenas poderosas, são superpoderosas. Isso as coloca num patamar irreal de autonomia, numa posição de abuso de liberdade. Esses programas rejeitam um aspecto natural da vida, que é o tempo de amadurecimento para chegar à juventude, à idade adulta e à velhice. Além disso, a programação infantil apela desvairadamente para o consumo. Não trata a criança como um cidadão em processo de desenvolvimento, mas como um consumidor atuante. Pesquisas mostram que as crianças são mesmo as melhores compradoras: não só de brinquedos, mas também de comida, de eletrodomésticos, até de carros. Elas exigem que os pais comprem. Nos países da Escandinávia, na Inglaterra, na Alemanha e no Japão, os comerciais são totalmente proibidos no horário infantil. No Brasil, infelizmente, ainda não há uma regulamentação sobre isso. Nem sequer uma classificação indicativa que oriente os pais sobre o que é apropriado para cada faixa etária.

As crianças também vêem muita programação adulta...

Regina Em 2005, uma pesquisa do Ibope apontou o que as crianças mais gostavam de fazer nas férias. Não era brincar na rua, jogar futebol ou ir à praia. A diversão predileta era ver Senhora do Destino e Zorra Total. Ora, o que esses programas agregam a crianças que estão definindo sua identidade? Nada. Ao contrário, eles têm um impacto negativo enorme. Banalizam o consumo, a sexualidade, a violência e os relacionamentos familiares e sociais.

(...) Como usar a mídia como uma ferramenta pedagógica?

Regina Explorando o aspecto lúdico nas práticas pedagógicas, mas não substituindo a experiência real pela virtual. Um recurso comum (e eficiente) é apresentar um filme, depois contar a mesma história num livro, convidar à reescrita e trabalhar com recortes e colagens. Assim, a criança adquire a experiência concreta. Entre 4 e 5 anos, ela tem especial curiosidade sobre a natureza. Quer descobrir como o pintinho sai do ovo, como o bebê sai da barriga da mãe, como entrou lá. Por que não mostrar isso com documentários? Não é só cineminha na sala de aula, mas uma oportunidade de passar aspectos científicos desse conhecimento, com imagens em movimento. É importante lembrar que a concentração nessa fase é de, no máximo, 15 minutos.

Araci Queiróz . Revista Nova Escola
agosto 2007

Leia a entrevista completa na Revista Nova Escola clicando aqui.

Assista ao Programa Ver TV o debate sobre a violência explícita na TV com a participação de Regina de Assis clicando aqui.


Leia também uma entrevista à regina de Assis à Mariana Loiola sobre mídia de qualidade para crianças e adolescentes, clicando aqui.

Declaração de Amor aos Direitos das Crianças


E, tendo toda a meninada assentado ao pé da Árvore, Aquela Criança disse, toda sorridente:

A todas as Crianças do Universo de Luz do Criador é feita esta Declaração, sem qualquer exceção, distinção ou discriminação.

01 . Toda Criança tem direito ao Amor, Compreensão, Diálogo e Carinho de seus pais ou responsáveis, à Alegria, Paz, Amizade, Solidariedade e Liberdade para viver a Vida e, ainda tem direito à...

02 . Acordar, na Segunda-feira, depois de um super fim-de-semana com preguiça de ir à aula...

03 . Comer todas as guloseimas que encontrar nas mesas e armários de casa...

04 . Acreditar nos Anjos-de-Guarda, nas fadas-madrinhas, nas lendas, histórias e tradições de seu povo, com doce e pura ingenuidade...

05 . Orar, de maneira singela e meiga, ao Deus Amantíssimo que escolheu para si...

06 . Andar descalça, ou sujando as meias pela casa inteira...

07 . Empinar papagaios, pipas e pandorgas nos dias de ventos bons...

08 . Deliciar-se com o perfume das flores nas praças e nos caminhos...

09 . Encantar-se com o vôo divertido das abelhas e borboletas no jardim...

10 . Jogar futebol no campo improvisado, e brincar de boneca nas casinhas...

11 . Deitar-se no chão, cruzar os braços atrás da cabeça e adivinhar nomes e formas para as nuvens...

12 . Pegar os lápis de cor e rabiscar e desenhar as coisas mais lindas que lhe vierem à cabeça...

17 . Correr na enxurrada da chuva, jogando água para todos os lados e cantar para o arco-íris...

18 . Perguntar o por quê das coisas e querer entender o significado da vida...

27 . Pisar na grama e subir nas árvores, apesar das placas enferrujadas dizerem que não é permitido fazer isso...

33 . Ter uma casinha de madeira nas árvores...

34 . Tirar meleca do nariz e fazer bolinhas...

39 . Ser compreendida e orientada por seus mestres e professores com afeto e devoção...

40 . Sentar-se no portão de casa, e esperar o carteiro com boas notícias para seu coração...

44 . Querer abrir as jaulas e soltar todos os animais do jardim zoológico...

45 . Ser ouvida com respeito antes das decisões que a família tomar...

48 . Morrer de rir das trapalhadas dos palhaços do circo...

49 . Sentir saudades, cheias de lágrimas, de amizades e pessoas queridas que morreram ou partiram para bem longe...

67 . Solicitar um tempo especial dos pais a fim de partilhar suas conquistas, frustrações, experiências e sentimentos...

72 . Questionar os adultos se lhes parecer que estes estão desrespeitando seus direitos, amores, aspirações, alegrias, sonhos etc.

73 . Contar as estrelas da noite e fazer um pedido de Amor, Alegria e Paz se um cometinha colorido lhe aparecer no céu e, sorrir...

Leia o texto completo da Declaração de Amor aos Direitos das Crianças na Ciadapaz clicando aqui.

Conheça  a Declaração Universal dos Direitos das Crianças, UNICEF (1959) clicando aqui, a Convenção sobre os Direitos das Crianças, ONU (1989) clicando aqui, e o Estatuto das Crianças e Adolescentes, ECA Brasil (1990) clicando aqui.

sábado, 2 de abril de 2011

Carta abierta para niños y niñas que van a la escuela


Querido niño o niña:

Hay una serie de cosas que debes saber y que voy a explicarte en esta pequeña carta. Para que sepas qué es lo que debes hacer en la escuela, y qué es lo que debes pedir de ella, de tus maestros y compañeros.

Seguramente te han repetido varias veces lo que tú debes hacer, es decir, tus obligaciones: portarte bien, ser respetuoso con tus maestros y tus compañeros, hacer los deberes, tener tus cuadernos ordenados y al día, ir aseado y uniformado a clases, ser amable con todos. Esto es así y debes tratar de cumplirlo. Pero aquí va­mos a hablar ahora no de las obligaciones que ya co­noces, sino de lo que los demás deben hacer por tí. Es decir, vamos a hablar de tus derechos.

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR SER NIÑO O NIÑA  Nadie pue­de tirarte las orejas, pegar­te o lastimarte. Nadie puede bur­lar­se de tí, humi­llarte, avergonzarte en público, mandarte a parar en la esquina, o portarse grosero contigo. Los niños de­ben ser bien tratados, queridos y respetados. A la escuela debes ir con­tento, tranquilo, sin miedo. Las personas más importantes de la escuela son los niños, no los adultos. 

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR SER POBRE. Ser pobre no es pecado. También tu maestro o maestra seguramente es pobre. En nuestro país y en el mundo, la mayoría de personas son pobres. La mayoría de los niños son pobres y la ma­yoría de pobres son ni­ños. Tú no eres culpable de ser pobre. Si hay tanto pobre en el mundo, es porque hay injusticia. Es nuestra sociedad la que está mal, no tú. Es nuestra sociedad la que debe avergonzarse, no tú. 

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR EL COLOR DE TU PIEL. En el mundo hay diferentes nacionalidades, culturas, lenguas, religiones, razas, culturas, colores de piel. Ninguna es mejor que otra. Ser “blanco” no significa ser mejor. En nuestros países, todos tenemos algo de mestizos, de in­dios o de negros. No hay nada de qué avergon­zarse: to­dos merece­mos el mismo respe­to.

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR SER MUJER Los niños y las niñas, los hombres y las mujeres, tenemos las mismas ca­pacidades. No permitas que te dejen atrás, que te obliguen a con­formarte con lo mínimo, que te ofrez­can ventajas fáciles por ser niña, que te consientan y te impidan desarro­llarte por tí so­la. No dejes que te convenzan de que las mujeres son inferiores a los hombres, porque no es cierto.

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR TENER UN DEFECTO FISICO Tener un defecto físico no es algo terrible ni es tu culpa. No por eso eres una persona anormal. Incluso niños ciegos, sordos, mudos, o con alguna enfermedad grave pueden aprender si se les dedica atención y amor y si se usan los métodos apropiados. Los niños que tienen algún problema, precisamente por eso deben ser tratados con considera­ciones especiales.

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR SER DE OTRO LUGAR  Nadie debe hacerte sentir mal porque vienes de otro país, de otra ciu­dad o pueblo. Tal vez eres un poco diferente a los de­más porque tienes otro idioma, otra manera de hablar, otros gustos, otras costumbres, otras i­deas. Pero ser dife­rente no es un problema. Todos necesi­tamos a­prender a comprender y respe­tar lo que es di­ferente a uno. No per­mitas que te hagan sentir ex­tranje­ro, extraño, fuera de lugar: tie­nes los mismos derechos que to­dos los demás.

 NADIE PUEDE MALTRATARTE POR NO APRENDER RAPIDO Cada persona tiene intereses diferentes y aprende de manera diferente. Unas apren­den más despa­cio que otras. Unas disfrutan de unas materias, otras de o­tras. Si no aprendes rápido, tal vez el pro­blema no es tuyo sino de quienes te enseñan, de lo que te enseñan y de cómo te enseñan. Nadie puede a­prender si no entiende, si no le encuentra gusto o utilidad a lo que le en­señan, si le amenazan y castigan constantemente. No aceptes que te llamen tonto, ignorante o incapaz. Si no entiendes, pre­gunta. Tienes derecho a preguntar, a que te expliquen, a que te enseñen. Para eso es la escuela. Para eso están los maestros.

Querido niño o niña: La escuela se hizo para que los niños estén juntos, jueguen, aprendan, se sientan felices. Si te sientes triste, si te sientes mal, es la es­cuela la que está mal, no tú.

Querido niño o niña: No permitas que sólo te recuerden tus obli­gaciones. Reclama por tus de­rechos. Aprende a defender tus dere­chos desde niño para que así puedas defenderlos mejor cuando seas gran­de.



* Texto publicado originalmente en Familia, Suplemento del diario El Comercio de Quito, 02/06/91. Publicado en diversos países e idiomas en boletines y revistas internacionales. Incluido en la contraportada de los libros de educación intercultural bilingüe elaborados por el gobierno boliviano y UNICEF en Bolivia (1993). Incluido en la Colección Libros del Rincón de la Secretaría de Educación Pública de México (1993), colección distribuida a todas las escuelas rurales del país. Publicado en inglés en Education News, Nº 11, UNICEF, Education Cluster, New York, 1995. Editado y distribuido como folleto en el Ecuador a propósito del lanzamiento del Código Nacional de la Niñez y la Adolescencia (2003), siendo entonces Ministra de Educación y Culturas.

Reproduzido de Otra Educación


No basta con "mejorar" la educacion, necesitamos otra educación.

Facebook y Twitter entraron en las redacciones iberoamericanas

¿La producción de noticias es afectada por el uso de redes sociales? Esa fue una de las preguntas que condujo el análisis ‘¿Nos vemos en Facebook o Twitter? El uso de social media por 27 medios de 9 regiones en Argentina, Colombia, México, Perú, Portugal, España y Venezuela‘. Los resultados de este informe fueron presentados en el Simposio Internacional de Periodismo Online.

En total, se analizaron 5,010 mensajes enviados en los perfiles de medios en Twitter y Facebook. También se ha realizado 22 entrevistas a periodistas, community manager y editores de estos diarios.

“Los medios sociales entraron en las redacciones iberoamericanas para retar a las viejas agendas y la cultura tradicional de recopilación y edición de noticias”, concluye este informe.

Los “reyes” de los sitios de social media son Twitter y Facebook. Sin embargo, algunos medios como El País o El Correo Español-EPV han desarrollado sus propias redes.

En el gráfico podrán ver que “el titular con link” es el mensaje más enviado en las cuentas de Twitter y Facebook. Los ‘retweets’ alcanzan el 2.1% de los mensajes analizados.


Nuevas fuentes

Ya no hay duda que a través de las redes sociales se obtienen nuevas fuentes de información. En esta investigación se encontró que las cuentas oficiales en sitios de social media son consultadas constantemente.

Hay una particular atención en las alertas de usuarios sobre incendios, inundaciones o disturbios. De hecho, “se puede hablar de una cierta ‘fascinación’ sobre las posibilidades de los medios sociales como fuentes de noticias y, al mismo tiempo, de una impotencia porque los recursos son escasos”, se indica.

Asimismo, las interacciones no son solo entre usuarios y productores de noticias, también entre colegas de otros medios.

Descarga el estudio aquí.

Sofía Píchihua

Reproduzido de Clases de Periodismo


Encontro Paranaense do Direito à Comunicação


Sábado, dia 2 de abril de 2011, acontece o Encontro Paranaense do Direito à Comunicação.

O evento ocorre em um momento central – pós-Conferência Nacional da Comunicação e a entrada de um novo governo – em que entidades, movimentos sociais, cidadãos, estudantes são convidados a pensar ações prioritárias para a pauta da democratização da comunicação no país e no nosso Estado. Realizado pela Frente Paranaense pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão (Frentex-PR), o encontro será transmitido pela internet, através do frentexpr.com.br.

Em Curitiba os debates ocorrerão no auditório da APP Sindicato, localizado na Rua Voluntários da Pátria, 475, 14º andar, Edifício Asa. Não é necessário fazer inscrição prévia.

A programação conta com mesas redondas sobre a realidade atual das comunicações no país e sobre a organização do movimento no Paraná.

Além disso serão definidos calendários de atividades baseadas em quatro temáticas principais: Plano Nacional de Banda Larga, Marco Regulatório, Comunicação Popular e Controle Social.

Confira a programação clicando aqui.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dominique Wolton: a comunicação de massa como condição para a democracia


"Quando pensamos a comunicação, por vezes, somos um tanto negativistas; enxergamos muitos problemas e poucas perspectivas positivas. Na contramão das críticas calorosas aos problemas da mídia contemporânea, temos o entusiasmo do sociólogo francês Dominique Wolton, autor de "Elogio do grande público".

Na presente comunicação, gostaria de partilhar algumas idéias de Wolton, com quem tive a oportunidade de participar, recentemente, de um seminário na Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUC-RS, em Porto Alegre. Sem a pretensão de fazer uma leitura crítica do pensamento do Wolton, simplesmente apresento aquilo que depreendi de suas explanações, deixando, portanto, que o leitor tire suas conclusões.

(...) A comunicação envolve três coisas: representação do outro, experiência do outro, e divisão do território. Quanto mais a comunicação vence o tempo e o espaço, mais aparece a importância do território, ou seja, precisamos estar em algum lugar.

Em síntese, a comunicação é um grande desafio para o século 21. A comunicação, em suas três dimensões, tem na cultura a mais importante. Seu desafio é organizar a coabitação, respeitando as identidades e relações, correndo o risco do choque entre cultura e identidade. Não há democracia sem comunicação, que mesmo com suas ambigüidades, mantém seu valor de emancipação, pois nos leva à alteridade. Pela coabitação, poderemos chegar à emancipação do ser humano. É pelo respeito ao diferente, à alteridade, à inteligência do outro que se realiza a emancipação. O maior desafio de todos é proteger a dimensão humanista da comunicação."

Por Alexander Goulart em 31/5/2005


Leia o texto acima completo no Observatório da Imprensa clicando aqui.

Leia mais sobre Dominique Wolton no Observatório da Imprensa, por Juremir Machado da Silva (2002) clicando aqui, e na RTS, Rede de Tecnologia Social, clicando aqui.


Leia mais sobre o livro "Elogio do grande público" clicando aqui e aqui.

O fim da televisão: Jean-Louis Missika


"A televisão e a sua influência nos diversos períodos da sua história O mundo tende a transformar-se rapidamente numa “aldeia global”, onde a ausência de fronteiras possibilita que a informação e o conhecimento se difundam instantaneamente. A televisão e a sua história corroboram esta tese que ganhou ênfase com os acontecimentos históricos do final da década de oitenta no Leste Europeu, com a desassociação da União Soviética. Jean-Louis Missika e Dominique Wolton (1983: 313-316) vêm afirmar o papel a televisão, nos diversos períodos da sua história, como meio de massas preponderante para os principais paradigmas sociais actuais."


La fin de la télévision – Jean-Louis Missika

Dans La fin de la télévision, Jean-Louis Missika décrypte les évolutions du monde de la télévision de son invention à nos jours, et explique comment la télévision va disparaître, à l’heure où les écrans et les images sont omniprésents.

Une présentation chronologique des évolutions de la télévision permet à l’auteur de montrer le déclin de la dimension éditoriale de la télévision et la perte d’influence de ceux qui véhiculent ces messages: chaînes, présentateurs et animateurs en tous genres. En effet, selon Jean-Louis Missika, des années 1950 aux années 1980/90, on est passé d’un univers dans lequel la télévision était une institution de transfert de savoirs et de connaissances, fortement contrôlée par les pouvoirs en place (la paléo-télévision), à une télévision de plus en plus proche du téléspectateur, dans laquelle ce dernier s’invite à l’écran (la néo-télévision). L’évolution s’est poursuivie avec l’apparition d’une télévision encore plus proche du téléspectateur, fusionnelle, dans laquelle seul compte le fait d’être à la télévision (la post-télévision). En conséquence, il est maintenant plus important de coller aux attentes et émotions du public que de faire passer des messages.

Comment en est-on arrivé là? Ces changements ont-ils été imposés par les chaînes de télévision, ou bien la télévision a-t-elle accompagné un ensemble de mutations inévitables?

Selon Jean-Louis Missika, trois fais expliquent ces glissements: la démédiation, la dépendance, et la déprofessionnalisation.

Leia o texto acima completo em Kobaie.Net clicando aqui.

Leia também no Observatório da Imprensa (2005), por Alexander Goulart, "A comunicação de massa como condição para a democracia" clicando aqui.

Televisão: a "caixa" que mudou o mundo


A "caixa" que mudou o mundo

"A televisão veio modificar o rumo da história mundial. A suas influências desde o momento do seu aparecimento foram fulcrais para os paradigmas sociais que hoje presenciamos. A sua novidade no mundo permitiu cambiar formas de estar e pensar, acreditando-se que uma imagem vale mais que mil palavras (Provérbio Chinês). Ela controla e monopoliza as grandes questões mundiais, ou pelo menos, leva-nos a crer que o consegue fazer. Os grandes debates; as noticias mais importantes; os grandes acontecimentos; as maiores confirmações; entre tantos outros assunto grandiosos, têm presença permanente nos ecrãs de todo o mundo. O espetáculo associado ao mais vil do cenários permite à televisão um estatuto extra-humano, dando-lhe um caractér absoluto.

A televisão e todo o seu conteúdo é visto cada vez mais como uma verdade inerente, até porque todos, do mais instruído ao mais humilde, tomam em conta o que é dito na “caixinha mágica”, e agem como tal.

O aparelho televisivo apoderou-se de um papel fundamental na rotina do Homem. Está presente de forma constante na vida individual de cada um, transformando-se ela própria num motor impulsionador de uma socialização menos ampla. Os Homens reúnem-se em frente ao pequeno ecrã e divagam sobre os mais diversos assuntos consoante a grelha televisiva lhes vai propondo. No entanto o comando remoto atribui-lhes a sensação de que controlam aquilo que vêm, estado, por outro lado, limitados aquilo que a capacidade televisiva pode oferecer.

As frenéticas mensagens comunicacionais que chegam ao homem tentam alojarse, mas o cérebro humano ainda não conseguiu adaptar-se a este ritmo tão elevado de estímulos. A mensagem mal construída é rejeitada à inconscientemente pelo individuo, no entanto, existem mensagem que inconscientemente são recebidas e memorizadas de forma simples. As campanhas de comunicação enviesam as concepções da realidade dos indivíduos, tal facto é provado nos massacres nazi e soviético que abalaram o século passado. Não foi necessário muito mais que a comunicação, que a propaganda, para levar o mundo inteiro a assistir passivamente à morte de milhões de pessoas. O indivíduo está hoje mais atento, no entanto a sua capacidade para distinguir as inúmeras mensagens que recebe é diminuta e pode-lhe levar a cair em enviesamentos do real.

Diga-se aquilo que se quiser, a verdade é que todos odiamos a televisão, tal qual Orson Welles, no entanto agimos como se de amendoins se trata-se, não conseguindo parar de os comer."

Ágata Marinho e David A. F.-M. Dias
2008

Leia o texto completo clicando aqui.

Being a Good Writer: Writing tips and strategies from Lucy Calkins


What makes a good writer? How do you become a good writer? Lucy Calkins - author of the Units of Study for Reading and Writing series - offers words of wisdom on how to approach writing tasks to produce the best compositions possible. She discusses revising writing, reading your own writing, paying attention to detail, and other aspects of being a good writer. "Read your writing as if it were gold," says Lucy.

For more information from Lucy Calkins on being an good writer, visit here.

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