quinta-feira, 19 de maio de 2011

Criança, a alma do negócio: um debate sobre consumismo e publicidade na infância


Qual a consequência do consumismo?
Por que o alvo são as crianças?
Quando dizer não?

Compreenda melhor sobre estas questões no debate após o documentário.

26 de maio de 2011
Teatro Eva Herz, Livraria Cultura Iguatemi Brasília
19:30 h: exibição do documentário "Criança, a alma do negócio"
20:30 h: início do debate

Debatedores:

Fabio Senne
Mestre em Educação pela UnB, e coordena a área de relações acadêmicas da Agência de Notícias sobre os Direitos da infância (ANDI).

José Eduardo Romão
Doutor em Direito público pela UnB. Atualmente é assessor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - DF e pesquisador do grupo O direito achado na rua (UnB).

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dossiê Midiaeducação entrevista Monica Fantin


“Na sociedade da informação, a mídia-educação torna-se ou pode tornar-se educação e, nessa perspectiva, a mídia-educação não seria apenas um campo de estudo e intervenção, mas uma postura midia-educativa que seria patrimônio de cada professor e educador”, destaca Monica Fantin.

O que é midiaeducação? Um conceito? Uma ideia? A sua grafia escrita junta ou separada traduz algum significado? Existiria outro termo que definiria melhor a interface entre a educação e a mídia? Trata-se de um novo campo de estudo? A revistapontocom dá prosseguimento à publicação da primeira parte do Dossiê midiaeducação, na qual publica entrevistas com professores, estudiosos e pesquisadores sobre o tema. A cada semana, uma nova entrevista. Um novo olhar. Uma nova perspectiva sobre a interface mídia e educação.

Para a OSCIP Planetapontocom, midiaeducação é um conceito que se traduz em um trabalho educativo sobre os meios, com os meios e através dos meios. Sobre os meios, refere-se ao estudo e análise dos conteúdos presentes nos diferentes meios e suas linguagens. Com os meios, trata-se  do uso dos meios e suas linguagens como ferramenta de apoio às atividades didáticas. E através dos meios, diz respeito a produção de conteúdos curriculares para e com os meios, em sala de aula e, também, a educação a distância ou virtual, quando o meio se transforma no ambiente em que os processos de ensino-aprendizagem ocorrem.

N
ilda Alves, Rosália Duarte, Eduardo Monteiro, Afonso Albuquerque, Paulo Carrano, Ismar de Oliveira, Regina de Assis, Inês Vitorino, Gilka Girardello, Rita Ribes, Guaracira Gouvêia são alguns dos nossos convidados/entrevistados da série. Nesta semana, você confere a entrevista concedida pela professora Mônica Fantin, coordenadora do Grupo de Pesquisa Núcleo Infância, Comunicação e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


Organizadora do livro Liga, roda, clica: estudos em mídia, cultura e infância (Papirus Editora), Monica entende que o papel da educação configura-se em um instrumento educativo que visa à construção de competências de professores a trabalhar pedagogicamente com as mídias, tecnologias e suas múltiplas linguagens em contextos formais e não formais.

Acompanhe a entrevista:

revistapontocom – Como podemos definir o conceito midiaeducação?

Monica Fantin – A definição do conceito de mídia-educação vem se construindo ao longo dos anos como uma reflexão metodológica e epistemológica sobre a práxis de educar para, com e através das mídias. Assim, a mídia-educação pode ser entendida basicamente a partir de três dimensões: a) como um campo de conhecimento interdisciplinar na interseção das ciências da educação e comunicação, em construção; b) como disciplina curricular ou eixo transversal;  c) como prática social e cultural em diferentes contextos escolares e extra-escolares que signifiquem um trabalho de educação midiática. Ou seja, mídia-educação pode ser entendida como área de saber e de intervenção em diversos contextos: como práxis educativa com campo metodológico e de intervenção didática, e como instância de reflexão teórica sobre essa práxis. Considerando os desafios do fazer educativo hoje, para alguns estudiosos a mídia-educação pode ser entendida como a própria educação. Na sociedade da informação, a mídia-educação torna-se ou pode tornar-se educação e, nessa perspectiva, a mídia-educação não seria apenas um campo de estudo e intervenção, mas uma postura midia-educativa que seria patrimônio de cada professor e educador.

Por Marcus Tavares . Revistapontocom
17 mai 2011

Leia a entrevista completa na página da Revistapontocom clicando aqui.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Depoimento da Profa. Amanda Gurgel sobre o quadro da Educação no Brasil



Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública.
Depoimento resumindo o quadro da Educação no Brasil.
Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL.
(10/05/2011)



Seu navegador não suporta o vídeo.



Leia também "Não sou uma heroína, diz Amanda Gurgel" no UOL clicando aqui.

Festival Globale Bogotá 2011: miradas críticas y emancipadoras


La Convocatoria de Globale Bogotá 2011 es el proceso para que realizadoras/es o productoras/es inscriban sus videos, los cuales deben presentar realidades sociales a nivel local (Colombia), regional (América Latina) o mundial, que aporten a la reflexión y análisis crítico dentro de los ejes temáticos del Globale Bogotá 2011.

Los videos deben ser realizados o subtitulados en idioma español.

Leia mais sobre o evento clicando aqui.

II Congresso Internacional Menores en las TIC


2nd International Congress 'Children in ICT'

Learning a responsible usage of ICT

Conference Hall - Exhibition site Luis Adaro - (Gijón - Spain)
26th – 27th October 2010

The II International Meeting on Children in ICT intends to follow the path initiated in 2009, at which time we considered the need to create a space for discussion and cooperation on the detection and development of solutions based on the different actors and sectors, national and international stakeholders (developers, educators, families, institutions for the protection of minors, international and national institutions, etc..) lead us to contrasting lines of work around the adoption of measures to encourage safe and responsible use of ICT.

We believe in the need to know and understand the changes that are taking place, and changes in social behaviours associated with these technological changes.

To know how it is approached from the Community legislative framework and / or national challenges point of view, posed by digital content in the information society. Especially with regard to the provisions in the protection of children, protection of privacy and accountability of service providers acting as intermediaries.

The importance of the acquisition of digital competencies and how they must be part of the overall development of children learning to manage their own safety.

The Congress will count with the participation of professionals and national and international researchers, who will share their knowledge, experience, thoughts and future prospects with us.

We believe it is essential in this new edition and responding to contributions made in the evaluation of the I Children in ICT Congress, to invite to share experiences and views with us to:

The Children
The Families
The Teachers

The conference will provide a forum for discussion and open debate and contrast perspectives and experiences with the need to educate, being aware of the risks for prevention, avoid and fight them and above all exploit the enormous advantages of the Information Society.

Veja a programação do evento na página de Menores en la TIC clicando aqui.

Use Facebook como ferramenta educacional



"Usa Facebook como herramienta de educación


Muchos creen que el uso de Facebook es sólo para hacer vida social pero no es así. Esta red social puede ser utilizada fácilmente en el aula ya que la naturaleza de este instrumento es conectar a las personas según sus intereses. A continuación te decimos cómo aprovechar Facebook en el salón de clases.

Hay profesores que se preocupan por el tema de la privacidad al considerar Facebook como una herramienta para la educación ya que muchos educadores no consideran ser “amigos” de sus alumnos pero con la evolución de las TIC el uso de internet es fundamental. Así que te invitamos a abrir tu mente para que también aprendas de tus alumnos.

En primer lugar no te preocupes por el tema de la privacidad ya que Facebook tiene opciones fuertes para cuidar los datos que no queremos compartir. Entonces prepárate para conectarte con tus alumnos y crear una comunidad de aprendizaje."



The Edublogger via Menores en la TIC no Twitter

Leia mais na página de Universia clicando aqui e, na página de The Edublogger, "The Why and how of using Facebook for Educators", clicando aqui.

Mapa de cobertura de celular no Brasil


Para resolver os problemas de qualidade, as operadoras de celular teriam de investir R$ 50 bilhões para dobrar o número de antenas, que hoje somam 50,3 mil.

No Reino Unido, cuja área equivale a 3% da brasileira, há 57 mil antenas, uma a cada 4 km2. Nos EUA, há uma a cada 37 km2. Já no Brasil, essa média é de uma torre a cada 169 km2.

Leia a reportagem completa de Julio Wiziack e Tatiana Resende na Folha de São Paulo clicando aqui.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

World Telecommunication and Information Society Day (WTISD) 2011


The purpose of World Telecommunication and Information Society Day (WTISD) is to help raise awareness of the possibilities that the use of the Internet and other information and communication technologies (ICT) can bring to societies and economies, as well as of ways to bridge the digital divide.

17 May marks the anniversary of the signing of the first International Telegraph Convention and the creation of the International Telecommunication Union.

Saiba mais sobre o evento clicando aqui. Descarregue o cartaz em várias línguas clicando aqui.

Blogueiros ativistas pela regulação das mídias e banda larga pública


O movimento envolvendo a ação dos ativistas da blogosfera tem se espalhado por todo país. Só neste ano, 18 encontros de blogueiros ocorrerão até junho, quando será realizado o segundo Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas em Brasília.

Nos encontros, pessoas que têm blog e também aquelas que não têm uma página na rede, mas que contribuem para o movimento da blogosfera em redes sociais como Twitter e Facebook, reunem-se para discutir questões importantes da cena política nacional e também para debater propostas de fortalecimento da blogosfera e maior difusão desta junto à opinião pública.

Leia o texto completo em Educação política, de Glauco Cortez, clicando aqui.

sábado, 14 de maio de 2011

Crianças x televisão x desempenho escolar


Television Viewing And Academic Achievement

As Neuman (1991) noted, television is a common target for those seeking to lay blame for educational dilemmas such as poor national test scores, academic skills, and levels of literacy. Often, the assumption underlying such arguments is what has come to be known as the displacement hypothesis, that is, the notion that television viewing takes time away from homework and more productive leisure-time activities, such as reading. However, research has shown that, in truth, the relationship between television and academic achievement is not nearly so simple and direct.

Comparison Studies

When television was first introduced on a broad scale, early research compared thousands of children who lived in American or British towns where television was available to children living in nearby towns where it was not (e.g., Himmelweit, Oppenheim, & Vince, 1958; Schramm et al., 1961). These studies suggested that the presence of television did lead to significant changes in children’s use of their time, but that it made little difference in the amount of time that children devoted to homework. In addition, Schramm et al. found no change in the time children spent reading books, and whereas Himmelweit et al. initially found a decline in book reading (particularly among children who had shown only a marginal interest in reading in the first place), reading returned to pretelevision levels a few years after television was introduced. Where, then, did the time spent with television come from? Primarily, television took time away from activities that served similar functions, such as listening to the radio, going to movies, and reading comic books.

A similar study was conducted some years later by Williams and her colleagues(Williams, 1986; cf. MacBeth, 1996). They compared children in three Canadian towns: one in which television was unavailable (code-named Notel), one that received only one television station (Unitel), and one that received several stations (Multitel). As in the earlier studies, the researchers found that children who had access to television used their time differently from those who did not. However, they also found that second-grade children in Notel scored higher on tests of reading fluency and creative thinking than children in the other two towns. The differences disappeared 2 years after television was introduced in Notel, suggesting that the presence of television had been responsible for the effect (Corteen & Williams, 1986; Harrison & Williams, 1986).

Correlational Studies

A number of studies used correlational data to investigate relationships between children’s television viewing and their achievement in school. Williams, Haertel, Walberg, and Haertel (1982) conducted a meta-analysis using data from 23 large-scale studies, and concluded that there was a small inverse relationship between amount of viewing and achievement r = –.05). However, part of the reason why the correlation was so low was that the relationship between television viewing and achievement was not linear. Rather, it was curvilinear; children who watched 10 hours of television per week performed slightly better (not worse) than those who watched less, but as viewing increased beyond 10 hours per week, achievement declined dramatically.

Comstock and Paik’s (1991) analysis of data from the California Assessment Study argued for a more linear relationship, but further support for curvilinearity came from Neuman’s (1988, 1991) analysis of several large-scale studies. Neuman found that there was little relation between viewing and reading performance among children who watched 2 to 4 hours of television per day (i.e., 14 to 28 hours per week), but that performance was considerably lower for children who watched more than that. Similarly, some studies have suggested that there may be thresholds of viewing, beyond which excessive television viewing is associated with poorer academic achievement. Fetler (1984) found that viewing for more than 6 hours per day (i.e., 42 hours per week) was associated with lower performance in literacy and mathematics, and Potter (1987) found that television viewing was negatively related to achievement for eighth to twelfth graders who watched more than 30 hours per week.

The complexity of the relationship between television and school achievement can be attributed to several factors. One is the fact that school achievement is predicted much more strongly by variables such as IQ and socioeconomic status (both of which predict television viewing as well). Another is that the relationship between viewing and achievement differs somewhat by age (e.g., Huston &Wright, 1997; Neuman, 1991).

In addition, Comstock (1989) suggested that television viewing is inversely related to achievement when it displaces intellectually richer experiences, but positively related when it supplies such experiences. Along similar lines, I would argue for one more factor that complicates the picture and may have reduced the strength of the relationship observed in these studies. Each of the studies mentioned above looked only at how much television was viewed, and not at the nature of the television programs that children watched. Not all television programs are the same, and they do not all produce the same effects among viewers.


For example, longitudinal research by Wright, Huston, and their colleagues found that preschool viewing of Sesame Street and other educational television programs predicted higher performance in subsequent tests of academic skills. By contrast, however, preschool viewing of entertainment programs predicted poorer performance (Wright, Huston, Murphy, et al., 2001; Wright, Huston, Scantlin, & Kotler, 2001; see chap. 2, this volume). As the late JohnWright was fond of saying, “Marshall McLuhan appears to have been wrong. The medium is not the message. The message is the message!” (Anderson, Huston, Schmitt, Linebarger,&Wright, 2001, p. 134).


Reproduzido de Free Education Info.


Leia também "Too much TV dumbs down children" no Digital Journal clicando aqui.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Niñas, niños, y adolescentes víctimas de los agresores y de los medios de comunicación

Foto: Diario Expreso


Asesinato con 26 puñaladas: una fiesta para la prensa


¿Hasta cuándo las niñas, niños, y adolescentes van a seguir siendo, no sólo víctimas de los agresores directos, sino también de un tratamiento mediático que los violentan con palabras, enfoques y construcciones periodísticas, que no aportan a la defensa y promoción de sus derechos legítimos como ciudadanos? ¿Dónde quedó la ética periodística?

¿Qué ocurre cuando se genera un hecho excesivamente violento y que, por circunstancias propias del ejercicio periodístico, los medios de comunicación acuden a reportar tal suceso? 

La respuesta es sencilla: lo escriben, lo editan y lo presentan en las páginas del diario para que todos los lectores se informen, se horroricen e interpreten el acontecimiento. Sin embargo, una segunda pregunta es: ¿Qué ocurre cuando las víctimas de esos acontecimientos son menores de edad? Los medios de comunicación igual lo presentan con una dosis de sensacionalismo recargado en la construcción narrativa planteada desde aspectos que transgreden los derechos de la niñez y adolescencia en su integridad, identidad y protección. ¿Será que de esta manera se intenta convertir los hechos que vulneran derechos, en noticias que venden? 

Para muestra, un botón, en dos medios de comunicación impresos, entre el jueves y el domingo de la semana pasada, se presentó la transgresión de derechos como “noticia” sin rostro humano, bajo los titulares: “Menor aparece con 26 puñaladas en el cuerpo” “Antes de Morir, José Stiven estuvo buscando a su padre”, “Temor y hermetismo en sepelio de niño asesinado”.

Leia o texto completo na página da ACNNA,  Agencia de Comunicación de Niñas, Niños y Adolescentes clicando aqui.

Leia uma reportagem sobre o assunto clicando aqui.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Câmara debaterá proibição de propaganda para crianças e adolescentes


"A Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara realizará no dia 17 de maio, às 14h30min, no Plenário 13 da Casa, um seminário para debater projeto de Lei 5921/2001, que proíbe a propaganda de produtos voltados para o público infantil e que induzam a criança e o adolescente.

O seminário foi proposto pelo deputado federal Emiliano José (PT-BA) e reunirá representantes de agencias de publicidade, de defesa do consumidor, dos direitos da criança e do adolescente, do Ministério da Justiça, dentre outros".


Envie sugestões e comentários para o deputado clicando aqui.

Tablet vira mania entre adultos e crianças e motivo de briga


"É quando a mãe de Beatriz Guardabassi, 9, chega em casa que a brincadeira começa. No iPad da mãe, a menina brinca de trocar a roupa da Barbie, faz a boneca virar confeiteira e ensina a mãe a jogar xadrez. O brinquedinho vira até motivo de briga: "Tem vezes que a minha mãe quer usar e o meu tio também, e vira uma confusão", conta.

O tablet funciona como um computador. Nele, dá para brincar com games, pintar, desenhar e ler livros. Não precisa ligar na tomada nem usar mouse ou teclado. Basta o toque dos dedos para acionar a tela. iPad é um dos modelos.

Manuela Werneck, 11, fala do aparelho como quem entende do assunto: "O tablet é 'touch' [sensível ao toque, em inglês] e não trava como o computador". A menina, assim como suas irmãs gêmeas Maria e Caroline, 6, adora brincar com jogos como quebra-cabeça.

Na casa delas, o tablet é também disputado com o pai. Como resolver a questão? O jeito foi fazer sorteio.

Para não ter briga, Guilherme Mendes, 9, ganhou um iPad só para ele. Mas nem assim ficou livre de confusão: "Meu iPad tem capacidade maior que o do meu irmão, de 14 anos. Ele pega o meu e a gente briga".

O especialista em tecnologia Alexandre Momma diz que é legal o tablet ser usado pela família toda.

"A ideia das redes sociais veio para ficar mesmo. O tablet também veio para ser compartilhado", afirma.

Amigos ou inimigos?

Uma pesquisa da fundação Kaiser Family de 2010 apontou que crianças e jovens americanos de 8 a 18 anos passam mais de sete horas mexendo com computador, celular e outros eletrônicos. Mas é preciso ter cuidado com o excesso.

A luz dos tablets, por exemplo, pode fazer mal para a visão. E é importante ter cuidado com quem se fala pelo tablet e por outros aparelhos, para garantir a segurança na internet. O ideal é dosar bem as atividades nos eletrônicos com outras brincadeiras, principalmente ao ar livre.

Do papel à tela

Conheça o caminho que as histórias escritas percorreram:

Papiro
É uma planta que começou a ser usada entre 2500 e 4000 antes de Cristo, no Egito, para criar uma espécie de papel. Na mistura do papiro, tinha também cola, farinha ou miolo de pão cozido.

Pergaminho
Era feito com pele de animais como o carneiro. Os pergaminhos mais antigos que os cientistas encontraram são do século 3 e estão na Biblioteca Vaticana, na Itália.

Papel
Os livros começaram a ser feitos na China, por volta do ano 213 antes de Cristo, com folhas de seda. Elas eram bem caras. Por isso criaram um papel com cascas de plantas. Hoje, o papel é feito com madeira.

Prensa
No século 15, um homem chamado Gutenberg começou a usar tipos móveis (espécie de carimbo) para produzir livros. Assim, foi possível imprimir livros em vez de escrevê-los à mão.

Tela
Surgiu na TV e no computador. Nos anos 80, cientistas começaram a estudar telas sensíveis ao toque dos dedos. Elas ficaram famosas com o iPhone, o celular da Apple, e estão nos tablets.

Ler é outra aventura

O tablet é mais do que um brinquedo. Os especialistas contam que ele deve entrar até nas escolas. Já imaginou os seus livros escolares dentro dele? Com certeza, a mochila ficaria bem mais leve.

Mas algumas histórias já estão sendo contadas para crianças nesses aparelhos. Em "A Menina do Nariz Arrebitado" (ed. Globo), de Monteiro Lobato, peixes nadam na página e, com os dedos, você brinca de desembaralhar letrinhas.

Outra editora pioneira é a Manati. Ela lança neste mês "Chapeuzinho Vermelho" e "Os Três Porquinhos" para iPad. Com ilustrações de Mariana Massarani, eles têm opções divertidas, como gravar a voz de quem brinca.

Os tablets também são cheios de notícias. A revista "Timbuktu", feita na Itália, conta o que ocorre no mundo para as crianças (em inglês).

Por causa do interesse das crianças, fabricantes anunciaram que vão produzir tablets especiais para elas até o fim do ano. Os aparelhos devem ter tela mais resistente e bordas emborrachadas, para não estragar facilmente.

Fontes: Alexandre Momma (diretor de atendimento da área de tecnologia da TNS Research International); Eduardo Chaves (consultor da Microsoft e diretor de gestão educacional da Lego Education no Brasil); Guilherme Werneck (CallNet); Marcos Maltempi (professor do Departamento de Estatística, Matemática Aplicada e Computação da Unesp de Rio Claro) e Sônia Petitto (professora do Departamento de Educação da Unesp de Marília)."

Martha Lopes
07/05/2011
Reproduzido da Folha de S. Paulo Via FNDC

Verdade, Propaganda e Manipulação dos Media


"Nunca como agora foi tão importante haver vozes e fontes de informação independentes e sérias. Mas, sobretudo no que diz respeito aos grandes media convencionais, o que se verifica é a sistemática manipulação e enviesamento da informação. O que não admira estando, como estão, inteiramente ligados ao grande capital transnacional e às estruturas centrais do poder imperialista.

Nunca como agora foi tão importante haver vozes e fontes de informação independentes e sérias. Somos, como sociedade, inundados e asfixiados por um dilúvio de informação proveniente de uma larga rede de fontes de informação, que de uma forma geral servem interesses poderosos e os que os detêm. As principais fontes de informação para consumo público e oficial incluem os media convencionais, os media alternativos, a universidade e os “laboratórios de ideias” (think tanks).

Os media convencionais são os mais óbvios quanto a manipulação e enviesamento. São propriedade directa de grandes empresas multinacionais e através dos respectivos quadros de direcção estão ligados a uma quantidade de outras grandes empresas globais e aos interesses das elites. Um exemplo destas ligações pode ser avaliado através do quadro da Time Warner."

Andrew Gavin Marshall . Center for Research on Globalization
Via FNDC

Leia o texto completo na página do ODiario.info clicando aqui.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Como a internet está mudando a televisão


As mídias sociais estão revolucionando tudo, principalmente na área da comunicação. Mesmo com a internet ainda estando em fase de crescimento e principalmente pelo fato de os serviços relacionados ao acesso ainda serem muito contrários às pesquisas que mostram os brasileiros como um povo que passa muito tempo conectado.

A televisão já é a muito tempo a principal ferramenta de comunicação de massa e continua a escrever tendências e exercer grande influência na sociedade. Mas este império criado pelas grandes emissoras do país também esta se rendendo a essa recente revolução.

Citamos aqui algumas constatações que comprovam que essas grandes empresas de comunicação estão se rendendo as novas tecnologias, seja por medo de ser substituído por elas ou apenas para oferecer um serviço mais completo aos tele-espectadores.

Jornalismo: Talvez uma das primeiras áreas da televisão a tentar se adaptar as novidades da internet. O jornalismo vem se adaptando com a internet, vemos programas jornalísticos de diversas emissoras fazendo matérias sobre acontecidos da web, tentando atrair de volta aquele público que está migrando para a internet...

Novelas: As novelas talvez sejam a melhor ferramenta que a televisão possui para exercer o seu poder. Podemos perceber essa influência quando vemos modas serem lançadas pela novela das 20h que está passando...

Programação: Já vemos que a internet vem mudando a grade de horários das grandes emissoras brasileiras. Como em qualquer empresa, as emissoras vivem em base a resultados e retorno por parte dos clientes, os espectadores no caso da televisão....


Publicidade: O assunto publicidade tradicional contra a nova publicidade já é assunto comum...

Entretenimento: Outra função que a televisão está perdendo é o poder de entretenimento que vem sendo “roubado” pela internet, principalmente na parte do público jovem...

Dennis Altermann

Leia o texto completo em Midiatismo clicando aqui.

A maioria dos pais desconhece o que filhos assistem na TV


66% não sabem o conteúdo que crianças veem, e para 25%, a TV é como babá

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira na Grã-Bretanha alerta: é preciso mais rigor dos pais na hora de selecionar - e fiscalizar - o que seus filhos assistem na TV. O levantamento mostra que 54% dos pais admitem que suas crianças assistem a programas de conteúdo adulto na televisão - o que inclui novelas e filmes com cenas de violência, drogas, assassinatos e abuso de menores.

E o estudo ainda traz outros números preocupantes: 78% dos pais afirmam que deixam seus filhos em frente à TV por pelo menos duas horas ao dia e 66% desconhecem totalmente o conteúdo do que eles assistem. Além disso, 25% das mães reconhecem que o aparelho é utilizado como uma espécie de babá.

A pesquisa foi coordenada pela organização The Communication Trust, organização ligada ao Ministério da Educação da Grã-Bretanha. Ao todo, 1.000 casais responderam a questionários sobre os hábitos de seus filhos em frente à TV.

Conselhos

A partir dos resultados, foi desenvolvido uma cartilha sobre o que é aconselhado para crianças menores de 5 anos quando o assunto é entretenimento. Entre as dicas, estão: assistir aos programas com os filhos, conferir a classificação indicativa, responder a eventuais perguntas dos pequenos a respeito do que veem e assegurar que a TV não seja a única diversão deles. Brincar longe do controle remoto é fundamental, enfatizam os especialistas.

As consequências da falta de supervisão dos pais em casa já chegou às escolas. Há dois anos, a Associação Britânica de Professores alertou que as crianças tendem a imitar o comportamento dos personagens que elas veem na televisão, o que aumenta os níveis de desobediência dentro das salas de aulas.

Reproduzido do FNDC.