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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Redes sociais e 'twitteratura' aproximam o aluno do professor


Especialista defende utilização das redes sociais como forma de prender atenção dos alunos nos conteúdos

Com informações rápidas em 140 caracteres e com uma infinidade de imagens, vídeos e links online, o maior desafio dos educadores atualmente é criar mecanismos que prendam a atenção dos alunos nos conteúdos escolares. Alguns professores perceberam que a solução para conquistar os estudantes é levar a sala de aula para o principal meio de socialização dos jovens: as redes sociais.

Enquanto o professor explica o conteúdo no quadro negro, os alunos recebem pelo microblog Twitter atualizações com links de imagens e vídeos relacionados ao que é ensinado. Depois, os alunos têm a tarefa de buscar informações adicionais e tuitar a descoberta para o educador. Assim, a escola vence as fronteiras da sala de aula e proporciona a estudantes e professores interagirem presencial e virtualmente.
O cenário descrito acima é considerado ideal para José Armando Valente, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade de Capinas (Unicamp). Segundo ele, é nas redes sociais que os jovens buscam notícias, atualizações e também se relacionam com amigos. Por que não fazer uso deste meio para que eles socializem com os professores e busquem informações sobre os conteúdos aprendidos em sala de aula?

Muitos profissionais decidiram colocar a ideia em prática e acabaram conquistando a atenção dos alunos. É o caso de Roberto Carlos de Souza, professor de literatura que criou um concurso de "twitteratura" na escola Crescer PHD, de Vitória (ES). O projeto, aplicado nas turmas de ensino fundamental, consistia em publicar pequenos contos de 140 caracteres no Twitter. "Antes de realizar a atividade, eu dei duas aulas sobre redes sociais e expliquei a diferença da linguagem e da escrita utilizadas na sala de aula para aquelas usadas nas redes sociais", afirma o educador.

Leia o texto completo no Portal Terra Clicando aqui.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A outra face do Facebook


A outra face do Facebook

Em matéria de rede de comunicação social, eu continuo, passadista que sou, a me lembrar dos arrastões na praia de Copacabana, quando nós, garotos, ajudávamos os pescadores a puxar o arrastão e, de quebra, pelo esforço, ganhávamos uns peixes razoáveis que levávamos para casa e que acabavam virando almoço ou jantar.

As poucos palavras trocadas com os pescadores (“Segura firme nesse rede, guri” “Sim, sinhô. Pode deixar”) eram a rede de comunicação social lá pelas alturas do Posto 4 e meio da Copacabana dos anos 40. Outros tempos, outras redes. As de vôlei, futebol, medicine-ball (alguém se lembra desse? Ainda há?), exigiam pouca ou nenhuma comunicação oral ou escrita.

Passam-se os tempos e, de repente, de repenguente, comunicação era o que todo mundo estava estudando. E só se falava em Umberto Eco e Roland Barthes. Hoje todos têm seus blogs ou colunas no jornal.

Rede, algumas senhoras usavam no cabelo e ficavam na porta de suas casas, ou seu edifício, futricando com outras senhoras também de rede, algumas com rolinhos amarelos. Social? Haviam as colunas, os cronistas, bordões e listas das e dos 10 mais. Quando se tinha que falar com alguém era um berro na rua para chamar a atenção ou um papo num bar simpático.

Assim nos comunicávamos socialmente, lançávamos nossas redes sociais, como quem no mar lança para a pesca, numa vida, pelo menos no meu entender, bem mais pacata e com menos gente envolvida. Quantos menos pessoas, melhor. Lei de Malthus.

Infelizmente, sou obrigado, como de hábito, que procuro evitar sempre que possível, a passar para nossos dias, esse 2011 que nos ronda, com sua barulheira infernal de gente se comunicando socialmente: a tiro, canhão e juros altos. E, claro, esse hieróglifo da informática.

O que nos leva direto para os populares Facebook e Twitter. Adorados por milhões, ignorados por outros tantos, mas, para ser franco, inevitáveis. Como uma morte assistida, no sentido de com auxílio técnico.

Os britânicos aqui, que adoram o que já foi novidade, como o Facebook, estão fulos da vida. Agora mesmo, nesta semana, uma jurada entrou em contato com uma ré via a rede que virou, assim, de comunicação legal, para irritação do juiz, público e sistema judicial de uma forma geral.

Na semana passada, conforme foi noticiado, esse popularíssimo site (conta com 687 milhões de solitários em sua lista, ambiciona chegar ao 1 bilhão), que eu prefiro chamar de sítio, por mero capricho léxico e rural, andou baixando tecnologia nova nos quatro cantos do computador.

Por isso, regozijo com aquela série animada, sacudida e politicamente incorretíssima, o South Park, que, num dos episódios que gravei e guardei, dá de pau na milionária bolação de Mark Zuckerberg, suposto “inventor” do sítio em questão, embora o excelente filme de David Fincher, assim como quem não quer nada, tenha tirado várias azeitonas do pastel premiado do jovem bilionário, na verdade um proxeneta da solidão dos outros.

Torço contra o “livro do rosto” ou mesmo “da face”. Torço para que não dure mais que os 2 ou 3 anos que, de regra, duram as coisas na internet. Torço para que a falência já esteja a caminho e ouviremos o estrondoso estourar de mais uma bolha cibernética.

Resumo o que houve e vou bater o ponto que está na minha hora. Na moita, oFacebook andou invadindo a privacidade de alguns milhões de tristes comunicadores sociais britânicos. Como e por quê? Utilizando-se, sem dar satisfações, sem avisar nem nada, a tecnologia do reconhecimento facial de seus usuários nestas terras. A novidade ajuda os “amigos do peito”, membros do sítio, a tag - pelo pouco que entendi uma engenhoca codificada que permite identificar isso, aquilo ou aquele outro – outros membros do imenso grupo “social”.

A coisa funciona automaticamente e o amiguinho tem que rebolar e se virar para a dolorosa festa de comunicação. Ainda há discriminação no meio, ululam os mais exaltados. Nos Estados Unidos o tag automático foi feito com aviso prévio de várias semanas. Aqui, nada.

Graham Cluley, um especialista em comunicação informática, que os há, coitados, levantou uma boa questão. Ele quer saber, agora que o Facebook sacou a sua fachada, irmão, o que pretende fazer com essa informação no futuro?”

A coisa deixou todos britânicos que participam dos folguedos faciais e librescos, ligeiramente apreensivos, para não dizer paranoicos.

Simples, minha gente, puxe conversa com o companheiro ou companheira ao seu lado no banco do parque, do ônibus ou do metrô. Seja ludita. Socialize à maneira antiga, uma toda de gestos e palavras bonitas e elegantes.

Ivan Lessa
15/06/2011

Reproduzido da BBC Brasil

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Rede indiscreta: Botão Curtir coleta informações de usuários


Botão Curtir coleta informações de usuários

Não é novidade que o Facebook pode identificar o site onde o usuário clica no botão Curtir. Mas um pesquisador diz que o monitoramento é feito mesmo sem o clique

São Paulo -- Botões de compartilhamento incorporados a sites, como o Curtir do Facebook, o botão do Twitter e do Google Buzz, podem registrar a navegação dos usuários mesmo quando eles não fazem uso deles. De acordo com reportagem publicada por The Wall Street Journal, os botões registram as visitas do usuário a fim de utilizá-las para fins publicitários. Segundo o jornal, caso o usuário tenha se logado em uma das redes sociais no último mês, os serviços são capazes de coletar cookies e logs, que registram a navegação, armazenados no computador do usuário. A coleta só pararia com a realização do logout dos sites.

A reportagem se baseou em um estudo feito pelo ex-engenheiro do Google Brian Kennish. Em sua pesquisa, Kennish investigou os 1 000 sites mais populares da rede. De acordo com o estudo, o Facebook coletou informações em 331 deles; o Google, em 250; enquanto o Twitter o fez em cerca de 200. Por sua vez, Facebook, Twitter e Google negaram que seus botões de compartilhamento recolham informações dos usuários. Porém, o Facebook reconhece que utiliza informações do usuário quando ele clica no botão Curtir para fins publicitários.

Ainda de acordo com o jornal, a rede social deleta as informações capturadas por meio do botão após 90 dias. O Google faria o mesmo duas semanas após o registro. O Twitter, por sua vez, afirma que não faz uso das informações e as apaga logo na sequência, em caso de ativação do botão. O botão Curtir é usado por 33% dos 1 000 sites mais visitados globalmente, enquanto o botão do Twitter e do Google aparecem em 25% e 20% deles, respectivamente.

Reproduzido de Exame Abril . 20 mai 2011 . Vinicius Aguiari de Info Online

sábado, 5 de fevereiro de 2011

“Los periodistas necesitan identificar nuevas herramientas que los ayuden a hacer un mejor periodismo”


"Leer a Damon Kiesow en el Poynter es todos los días una clase de periodismo. Por eso, nos sentimos especialmente orgullosos de esta entrevista que publicaremos en dos partes. Kiesow -a quien puedes seguir en Twitter- fue editor en línea en The Telegraph en Nashua, New Hampshire, donde trabajó con una pequeña sala de redacción para perseguir agresivamente una estrategia local de noticias centrada en la Web. Actualmente tiene en Poynter un espacio dedicado a noticias sobre móviles y sus aplicaciones e implicaciones en los medios de comunicación. Nos referimos a Mobile Media.

1. ¿Qué habilidades necesitan los periodistas para ser más competentes?

Lo básico del periodismo no ha cambiado. Es obviamente importante que los periodistas entiendan cómo buscar, reportar y escribir, así como ser expertos en diversos temas, y cuando sea posible, en los tema que cubren principalmente. Las “nuevas” habilidades que necesitan aprender son las que le ayudan a hacer su trabajo mejor. Estas tienen que ser complementarias, no deben reemplazar a las básicas, a las cosas que normalmente hacemos. Esto lo digo porque parece que algunos suponen que aprender “nuevas” cosas quiere decir que dejen de lado las habilidades básicas. Lo cierto es que las nuevas herramientas y tecnologías tienen que ayudar a que lo que hacemos sea más fácil y mejor. Es decir, lo primero que necesitamos aprender es ‘abrazar’ el cambio. El periodismo ya no está anclado en los procesos industriales y los plazos. Ahora debemos tener plazos constantes e incrementar la competitividad en la web. Ahora necesitamos cambiar constantemente y nuestras organizaciones necesitan adaptarse al ambiente. Para hacer eso, los periodistas necesitan sentirse cómodos con la tecnología, necesitan querer experimentar nuevas herramientas, y necesitan querer aprender de los errores que cometan. Y necesitan hacer eso para poder identificar nuevas herramientas que los ayuden a hacer un mejor periodismo. Pocas personas en el 2006 identificaron Twitter como una herramienta periodística, y ahora están siguiendo los disturbios de Egipto a través de este espacio. Entendiendo esas tendencias y usando nuevas herramientas para comunicar a nuestra audiencia estas nuevas maneras de comunicación es una habilidad “nueva” clave para aprender".

Entrevista com Damon Kiesow por Esther Vargas em Clases de Periodismo

Leia o texto completo clicando aqui. Leia a segunda parte da entrevista, "Lo móvil necesita ser planteado como un nuevo medio", clicando aqui.


Leia também, "Mobile phone Journalism i the news", clicando aqui.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Crie seu próprio jornal a partir de posts do Twitter ou Facebook


"Um site chamado Paper.li (http://paper.li) permite que os internautas criem seus próprios jornais com as mensagens que recebem pelo Twitter ou Facebook. O usuário pode escolher montar seu jornal a partir de mensagens de seus contatos, tags ou de listas de seguidores ou amigos.

O jornal virtual reúne notícias, fotos e vídeos com as últimas atualizações de seus contatos. Além disso, o internauta pode escolher o título do jornal, temas, idioma e colaboradores. O britânico The Guardian foi um dos primeiros veículos impressos a integrar seu conteúdo de redes sociais no Paper.li. Visite a página de tecnologia do jornal.

O projeto Paper.li é uma iniciativa da Swiss Federal Institute of Technology EPFL, em Laussane (Suiça)".

Redação

domingo, 9 de janeiro de 2011

O jornalismo neocon e a militância virtual


Muito já foi dito sobre as razões que levaram as grandes corporações jornalísticas à aderência ao chamado jornalismo neocon, denominação do estilo agressivo e marcadamente conservador que se difundiu inicialmente nos EUA - de radialistas populares para a Fox News - e que, no Brasil, ganhou abrigo nas páginas da outrora prestigiada revista Veja.

Resumidamente, mudanças e pressões econômicas, tecnológicas, políticas e ideológicas fizeram com que elas passassem a abrigar em suas redações e estúdios adeptos desse jornalismo malcriado e raso em informação histórica. Ainda que seu alvo principal sejam certos estratos sócio-econômicos, setores do público jovem têm sido muito receptivos a tal "estilo".

Leia o texto completo no Blog Cinema & Outras Artes clicando aqui.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A revolução não será tuitada: Os limites do ativismo político nas redes sociais


Às quatro e meia da tarde da segunda-feira 1º/2/1960, quatro universitários se sentaram ao balcão da lanchonete de uma loja Woolworths no centro de Greensboro, na Carolina do Norte. Eram calouros na North Carolina A&T, faculdade para negros localizada a pouco mais de 1 km dali. (...) "Volto amanhã, com o A&T College inteiro", disse um dos universitários. (...) Por fim, cerca de 70 mil estudantes aderiram. Milhares deles foram detidos, e outros tantos se radicalizavam.

(...) Esses acontecimentos do começo dos anos 60 se tornaram uma guerra dos direitos civis que engolfou o sul dos Estados Unidos até o final da década - e tudo aconteceu sem e-mail, mensagens de texto, Facebook ou Twitter.

Dizem que o mundo passa por uma revolução. As novas ferramentas de redes sociais reinventaram o ativismo social. Com Facebook, Twitter e que tais, a relação tradicional entre autoridade política e vontade popular foi invertida, o que facilita a colaboração mútua e a organização dos desprovidos de poder e dá voz às suas preocupações".


Malcom Gladwell traduzido por Paulo Migliacci

Leia o texto completo publicado no Núcleo Piratininga de Comunicação clicando aqui