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terça-feira, 21 de maio de 2013

Questão para re-evolucionar reflexões na WEBFOR 2013



Questão para re-evolucionar reflexões na WEBFOR 2013

Telejornais e Crianças no Brasil: a ponta do iceberg

Os meios de comunicação não-democratizados literalmente empurram goela abaixo uma “dieta informacional” pelos telejornais que a maioria dos adultos habitou-se a devorar cotidianamente, sem pestanejar, sem sequer questionar a procedência dos ingredientes, sua validade ou veracidade dessa receita moderninha da notícia à moda neoliberal dos “chefs”, os barões do patrocínio da obesidade informativa do “fast news”.

As crianças e adolescentes assistem a promoção e a pauta do dia dessas empresas de TV hegemônicas nesses telejornais que não são feitos para elas, engordando o número dos consumidores alienados, vidrados ou hipnotizados antes de sair de casa para a escola no que de “importante acontece no Brasil e no mundo” (1), a gurizada das antigas e dessa atual geração que vai so-letrando o be-a-bá dos programinhas de auditório, se (des)in-formando nas tecladas e curtidas, na veneração aos (de)formadores de opinião pelas redes e telas promovendo o analfabetismo educacional e comunicacional. E nos cursos de Educação e Comunicação, na Pedagogia e no Jornalismo, entre estudantes e professores, investiga-se superficial ou mais seriamente tudo isso que afeta a juventude e meninada?

Pais e professores, tão “vidiotizados” quanto seus filhos e alunos, em sua maioria nem imagina que o monólogo das janelas de LED dependuradas em lugar de honra nas casas, propagandeado pelos smartphones ou espalhadas por todos os lugares por onde as pessoas passam na faina do trabalho e estudo, que isso a que os estudiosos chamam de “infotenimento” não passa de “terrorismo midiático” (2), de TV na “fabricação de mais valia ideológica” (3), de enfim, desinformação (4).

Não fossem as ações, denúncias e lutas travadas incansavelmente pelos defensores da democratização dos meios de comunicação entre os políticos de primeira linha, poucos jornalistas eticamente comprometidos, instituições da sociedade civil, os bravos pesquisadores nas universidades e, por outros tantos não mais anônimos nas redes sociais, certamente que tudo o que os barões da mídia fazem e desfazem desfraldando suas bandeiras em nome de “liberdade de expressão”, “contra a censura à imprensa”, consolidaria no Brasil o paraíso platinado da “globobocalização” que vive às custas da ignorância do povo e das milionárias verbas publicitárias repartidas à mancheias pelo estado, sabe-se lá até quando.

Adultização e erotização precoce, racismo, preconceito, consumismo, violência, medo, terror, ignorância e lixo midiático vêm por essa propaganda de um falso mundo de “viver bem” pelo “mérito” pessoal dos mais fortes sobre os mais fracos, da enganação e exploração do outro na des-truição de um planeta que se quer controlado por aqueles que sabem o que podem - porque controlam os meios de produção da notícia “legitimada” - e que fazem a notícia e “fornecem” a informação como mercadoria nesse “mundo do conhecimento” sem a sabedoria, sem os direitos humanos serem respeitados, absolutamente assediando e retirando, à força impune, a dignidade das crianças e adolescentes. Um telejornal/propaganda no pior sentido/formato/estética que traz a si especialistas dos mais variados nichos dos campos do saber/fazer técnico-científico para seduzir a diversidade dos telespectadores ao discurso oficial das sociedades democráticas modernas, até então controlada por poucos que sobem pelo voto dos telespectadores aos píncaros da pirâmide sub-vertida e in-vertida do poder.

A infância e juventude têm direito a um telejornal que não seja a re-produção da mesmice das redes internacionais do tráfico da (des)informação, que não seja o arremedo do balcão da feira, ou prateleira do supermercado da notícia enlatada que contamina e dissemina a “vidiotice” mais ou menos generalizada.

A princípio, a informação para aqueles poderia partir no interesse da plenitude de sua cidadania, do respeito incondicional à sua humanidade, a começar por re-velarmos, por dizermos a eles que “isso” o que têm visto pelas mil telas lhes faz mal à saúde em todos os aspectos, porque têm a intenção explícita e mal disfarçada de lhes manipular, de ignorar a meninice e eles como sujeitos criativos, imaginativos, autores de um mundo melhor, des-cobridores de outras formas de alegria e felicidade nesse universo infinito.

Des-mascarar a hipocrisia dos meios de comunicação é urgente e, como diz Amy Goodman, “nós precisamos libertar a mídia - e vamos fazê-lo” (5), libertando também a voz das crianças e adolescentes encalacrada pelas pedagogias e pela imprensa, pela demagogia dos poderes da anti-educação, anti-comunicação, da anti-política.

Os lutadores dispersos pelo mundo precisam se organizar para profanar a falsa sacralidade de instituições e megaempresas, des-tronar oligarquias midiáticas, des-alimentar-se desse prato feito indigesto que faz a fortuna e forra os cofres da realeza do mercado pelo toque do dedão de “Mídias” que transforma em ouro para eles cada teclada de telefone, computador e controle remoto. É preciso re-cordar que “todo poder emana do povo” e tomar esse poder de direito, porque a história mostra que este não é exercido pelas gentes. Já não devemos exigir o marco regulatório, mas fazê-lo por nossas mãos juntas em luta!

Quiçá agora seja um telejornal, inclusive, criado por elas e para elas, que fale de suas vidas, de suas aspirações e sonhos para a realização da paz e o bem viver para todos.

Quem sabe um telejornal a partir da sala de aula e de suas investigações, “com textos e em contextos escolares” para também re-evolucionar o mundo da Educação pela “comum-única-ação” a fim de serem meninos e meninas tão somente felizes, solidários e sorridentes a des-truirem as “certezas” que se lhes impõem amontoadas, que lhes controlam e dominam pelos nossos des-encontros com as suas singularidades de criancice, desse enigma da infância que não sabemos de-cifrar e mal a mal en-frentar, en-carar face a face - trans-aparente-mente - num diálogo onde a espontaneidade da criança des-concerta a lógica da coisificação de tudo e de todos(6). Que as crianças desde a mais tenra idade, as desse Outro Mundo em que sabem tão bem lidar com as novas tecnologias na Educação criem o “Conselho Escolar de Comunicação” (7) re-vira-voltando o sentido, irrompendo sua força de baixo para cima na pirâmide, reconfigurando poderes por sua voz.

Que venha, trazida pela meninada o que se en-canta na paisagem desenhada pelo “Antitelejornal” do Skank (8), “sem farsa, conchavo, sem guerra sem malta, corja ou trapaça (...) entre as pernas da desgraça (...) pra passar o que é essencial”: a vida nas suas belezuras e des-cobertas da infância e juventude, da adultice responsável.

Que se re-invente e se re-crie a razão/formato telejornal “por” e “para” crianças! Pensemos se elas não são em sua singularidade o “meio” por excelência que traz a mensagem da vida querendo se re-novar. Deixai vir à mídia as criancinhas... (9) Que temos a temer em escutar e respeitá-las?


Convido aos participantes da WEBFOR 2013 para refletirem sobre isso, sobre a Educação e a Comunicação, como puderem, a fim de ampliarmos as mãos nos abraços pela democratização dos meios de comunicação no enfrentamento de tantos abusos permitidos ao longo dos tempos. Que se defenda os direitos das crianças e adolescentes no que se diz respeito aos artigos constitucionais descumpridos desde sempre.

E, onde quer que estejam nessa luta, os convido também a conhecer a pesquisa “Telejornais e Crianças no Brasil: a ponta do iceberg” (10), para seguirmos dialogando, re-vira-voltando o mundo, re-evolucionando ele e nele, com todos juntos nos trans-formando de camelos e leões em crianças (11) para o Bem Viver nesse mundo, onde “viver e resistir, resistir e existir, rexistir é preciso” (12).

“Crianças do mundo inteiro, uni-vos” para viver e fazer isso! (13)

Leo Nogueira Paqonawta

...

(1) Cantilena do telejornalismo da Rede Globo nas chamadas desde as madrugadas para o seu “Bom dia Brasil”, e demais programas noticiosos que se seguem pelas quase 24 horas da programação globobocalizante.
(2) DECLARAÇÃO DE CARACAS. Terrorismo midiático é arma política contra a democracia. Disponível em http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14902
(3) TAVARES, Elaine. Televisão: fábrica de mais-valia ideológica. Disponível em http://eteia.blogspot.com.br/2012/01/televisao-fabrica-de-mais-valia.html
(4) SERRANO. Pascual. Desinformación: como los médios ocultan el mundo. Barcelona: Península, 2009.
Ver também: Entrevista com Pascual Serrano: Devemos buscar uma revolução midiática. Por Cristiano Navarro (Brasil de Fato), Igor Ojeda (BF), Nilton Viana (BF) e Tatiana Merlino (Caros Amigos), de Guararema (São Paulo). Disponível em http://www.piratininga.org.br/novapagina/leitura.asp?id_noticia=5611&topico=Entrevists
(5) GOODMAN, Amy; GOODMAN, David. The exception to the rulers. 2004. Corrupção à americana: desnudando as mentiras, a imprensa, os empresários e os políticos que produzem e lucram com a guerra. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. Pág. 282.
(6) LAROSSA, Jorge. Pedagogia profana: danças, piruetas e mascarados. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. Capítulos 8 e 9.
(7) “Telejornais e crianças no Brasil: a ponta do iceberg”, pág. 299.
(9) “Telejornais e crianças no Brasil: a ponta do iceberg”, pág. 251.
(11) “Das Três Transformações”, de Nieztsche em “Assim falou Zaratustra”.
(12) “Telejornais e crianças no Brasil: a ponta do iceberg”, pág. 251.
(13) Inspirado no Manifesto Comunista (1848) de Karl Marx e Friedrich Engels, escrito de ponta cabeça. Disponível no Blog Filosomídia em http://filosomidia.blogspot.com/2011/02/manifesto-das-criancas-criancas-do.html

segunda-feira, 8 de abril de 2013

IX Conferência Brasileira de Mídia Cidadã: agosto de 2013 em Curitiba



Mídia Cidadã em Curitiba

Estão abertas as inscrições para a IX Conferência Brasileira de Mídia Cidadã e IV Conferência Sul-Americana de Mídia Cidadã, que acontecem em Curitiba, nos dias 6, 7 e 8 de agosto de 2013, na Universidade Federal do Paraná (UFPR). 


O evento deste ano tem como temática os marcos regulatórios da Comunicação na América Latina. A Conferência objetiva estimular o debate acerca da democracia através dos processos comunicativos. A comunicação cidadã pressupõe a existência de pessoas ativas na construção do conteúdo informacional, não apenas receptoras. A mídia cidadã, portanto, deve promover a participação dos agentes da sociedade, considerando suas características e demandas específicas. 


As submissões de trabalhos devem ser realizadas até o dia 31 de maio.


A IX Conferência Brasileira de Mídia Cidadã/IV Conferência Sul-Americana de Mídia Cidadã, realizada em Curitiba – PR, conta com quatro categorias de trabalhos. Dessa maneira, as propostas de apresentações podem ser enviadas observando a seguinte divisão:

. Comunicações Científicas (Artigos Científicos e Relatos de Experiência a serem apresentados em GTs),
. Mostra de Vídeo Cidadão,
. Feira de Experiências Inovadoras em Mídia Cidadã
. Festival de Arte Cidadã.

Para maiores informações, clique aqui.

Reproduzido de Midia Cidadã
Via Carla Rabelo . Facebook

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

WEBFOR 2013: Fórum Nacional de Comunicação Digital



WEBFOR 2013

Fórum Nacional de Comunicação Digital
Auditório do Anexo (6o. andar) Assembleia Legislativa do Ceará
Fortaleza . Ceará . Brasil
24, 25 e 26 de maio de 2013

Objetivando promover um espaço de discussão para a sociedade civil sobre comunicação digital visando intercâmbio, potencialização do uso das ferramentas das mídias sociais, inclusão digital, bem como dos assuntos relacionados à política de comunicação, especificamente à internet brasileira, o WebFor 2013 – Fórum Nacional de Comunicação Digital também buscará possibilitar uma discussão entre os comunicadores digitais de diversas regiões do país sobre a democratização das mídias, bem como as viabilidades legais; revelar e evidenciar as personalidades que se destacaram na defesa da democratização das mídias sociais no Brasil; propor políticas públicas para os meios digitais de comunicação que considerem a liberdade, a governança, a universalidade, a diversidade e a neutralidade do ambiente; elaborar um documento oficial  com as intenções dos participantes sobre as políticas de comunicação digital no Brasil, levando em consideração as especificidades de cada região.

Outrossim, são estabelecidas as seguintes metas para a realização do WebFor 2013 – Fórum Nacional de Comunicação Digital: Reunir 600 pessoas de todas as regiões do país; Homenagear 10 personalidades da política e da sociedade civil que se destacaram na luta em defesa da democratização das mídias sociais no Brasil; Elaborar 1 documento com intenções dos participantes sobre as políticas de comunicação digital no Brasil.

Os instrumentos de verificação a serem utilizados serão fichas de inscrição com informações que constituirão o mailing do evento, ficha de avaliação e listas de presenças das atividades. Também será feito o registro audiovisual das atividades, editado e transformado em mídia.

Com a expectativa dos acalorados debates sobre liberdade de imprensa, banda larga, mídias alternativas, blogs, twitter, facebook, orkut, sistema e mídias digitais, mídia convencional entre outros temas, estima-se receber mais de 600 inscrições, entre blogueiros, twitteiros, usuários de redes sociais da internet e internautas acima dos 13 anos de idade que se mostrem interessados no debate sobre a democratização da comunicação. Isso se deve ao fato de o Estado do Ceará apresentar não só um movimento organizado e coeso, apesar de se localizar numa região que ainda é muito desfavorecida no que diz respeito ao acesso às essas iniciativas, mas que demonstra em sua trajetória uma história de luta e resistência, mesmo quando a relação com as tecnologias ainda era precária.

O formato do evento será quase todo em "desconferências", com maior participação do público, debatendo com os palestrantes face a face, muito mais interativo e democrático.

Temas:

Marco Regulatório das Comunicações, Marco Civil da Internet, Fora do Eixo, Software Livre, Banda Larga, Liberdade de expressão, a internet em Cuba, Comissão da Verdade e outros.

Alguns convidados:

Altamiro Borges (SP), jornalista e presidente do Barão de Itararé;
Maria Frô (SP),  blogueira;
Renam Vinícius Carvalho Santos Brandão (RJ), Cultura Digital e Software Livre, membro da Associação Comitê Elos da Cidadania dos Funcionários do Brasil do Brasil;
Rodrigo Viana (SP), jornalista da Rede Record de Televisão;
Emiliano José (BA), deputado federal e jornalista;
Durval Ângelo (MG), deputado estadual e defensor dos Direitos Humanos;
Venícius Lima (DF), professor da Universidade de Brasília;
Maria Luiza Fontenele (CE), ex-prefeita de Fortaleza e da Crítica Radical;
Ivonísio Mosca (CE), (graduado em Ciência da Computação pela Universidade do Arizona-EUA), Sindicato de Processamento de Dados do Estado do Ceará;
Evaldo Lima (CE), professor, vereador do PCdoB e líder do Prefeito Roberto Cláudio na Câmara dos Vereadores de Fortaleza;
Messias Pontes (CE), jornalista e radialista da Rádio Cidade de Fortaleza;
Ermanno Allegri (CE), Diretor Executivo da ADITAL;
Emir Sader (SP), sociólogo e cientista, mestre em filosofia política e doutor em ciência política pela USP/ Universidade de São Paulo;
Instituto Frei Titto (CE);
Curso de Sistema e Mídia Digitais da Universidade Federal do Ceará;
Laurindo Lalo Leal Filho (SP), sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA/USP;
Carlos Latuff (RJ), cartunista;
Lázaro Méndez Cabrera, Embaixador de Cuba no Brasil;
Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva (RJ), presidente do Instituto Bem Estar Brasil;
Diassis Messias (CE), cantor – atração musical;
Alberto Perdigão (CE), jornalista;
Zé Modesto (CE), humorista;
Banda Bolacha Preta (CE), atração musical;
João Pedro Stedile (RS), líder nacional do MST;
Rosângela Basso (RJ); Cultura Digital;
André Guimarães(DF), Secretaria de Comunicação do PT Nacional e coordenador da #RedePT13;
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil (a confirmar);
Zé Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do Governo Lula;
Nilmário Miranda;
Márcio Pochmann;
Jean Wyllys, (Deputado Federal PSOL-RJ);
Lidyane Ponciano , jornalista, diretora do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais e coordenadora do Comitê Mineiro do FNDC

As inscrições são gratuitas.

Pré-inscrição/confirmação pelo e-mail: 
Maiores informações: Daniel Pearl (Coordenador Geral do evento):
+55(85) 99640672 (TIM).

Página no Facebook:
Blog:
http://blogdadilma.com/index.php/lula/1697-webfor2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Brasília: Seminário internacional discute relação da mídia com as crianças



Seminário internacional discute relação da mídia com as crianças

ANDI
10/01/2013

• Evento reunirá 250 participantes, nos dias 6, 7 e 8 de março, em Brasília. Entre eles, especialistas renomados do Brasil e exterior

• Formulário de inscrição e programação completa estão disponíveis no endereço infanciaecomunicacao.andi.org.br

• Interessados podem se inscrever até o dia 1º de fevereiro de 2013

Enquanto no Brasil uma criança passa, em média, cinco horas diárias em frente à televisão – geralmente desacompanhada –, no Reino Unido este tempo limita-se praticamente à metade. Este tipo de descompasso se manifesta também em outro aspecto, de extrema relevância: as pesquisas científicas, a participação da sociedade e as políticas públicas em relação à interface criança-mídia estão muito mais avançadas nos países europeus.

É neste cenário que ocorrerá o Seminário Internacional Infância e Comunicação –Direitos, Democracia e Desenvolvimento, que reunirá em Brasília, nos dias 6, 7 e 8 de março de 2013, alguns dos maiores especialistas mundiais neste campo. O evento é uma realização da ANDI - Comunicação e Direitos em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos, a Secretaria Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), além de contar com o apoio da Fundação Ford. 

O objetivo maior do seminário é o de impulsionar o debate público em torno do papel estratégico desempenhado pelas ferramentas de comunicação e informação nos processos de transformação social. Para contribuir nesta discussão, o evento trará o aporte de experiências exitosas desenvolvidas por democracias consolidadas da Europa, da América do Norte e da Oceania, além de ações pioneiras da América Latina e da África. 

Representantes de organizações de destaque nos cenários brasileiro e internacional estão entre os convidados que abrilhantarão as plenárias e grupos do evento. Vale mencionar, por exemplo: International Clearing House on Children, Youth and Media (Suécia); Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança; UNESCO; UNICEF; Banco Mundial; Conselho Nacional de Televisão (Chile); Conselho Assessor de Meios Audiovisuais e Infância (Argentina); Fundação Yupana (Equador); SaferNet (Brasil); Sociedade Interamericana de Imprensa; Fundação Gabriel Garcia Marquez para o Novo Jornalismo Iberoamericano (Colômbia); The Guardian (Reino Unido); Organizações Globo (Brasil) e Vila Sésamo (EUA).

Realidade Brasileira e da América Latina – Nos últimos anos, a ANDI vem produzindo análises e estudos comparativos voltados a alimentar esta discussão. De acordo com o mais recente diagnóstico traçado, de maneira geral os países da América Latina padecem de inconsistência técnica e de hesitação política no que se refere à interface que vincula os direitos da infância ao direito à comunicação. “Muitos desses Estados carecem, inclusive, dos adequados instrumentos legais para equacionar os conflitos de interesse que habitualmente tensionam as esferas da comunicação midiática e da liberdade de expressão”, salienta Veet Vivarta, secretário executivo da ANDI. 

Tópicos como as práticas de responsabilidade social empresarial no campo da comunicação; a mensuração de impacto das iniciativas de mídia/comunicação para o desenvolvimento; e, as políticas de inclusão digital integram a programação. Além disso, estarão em foco a educação para a mídia; a publicidade dirigida às crianças e aos adolescentes e os sistemas de classificação etária para audiovisuais.

Inscrições

Os 250 participantes incluem representantes do governo, parlamentares, organismos de cooperação internacional, empresas de comunicação, centros de pesquisa e organizações da sociedade civil.

Além dos profissionais previamente convidados pela ANDI e seus parceiros, foram reservadas 70 vagas para demais interessados na temática. O processo de seleção prevê o preenchimento de formulário eletrônico. A programação completa, os formulários para inscrição dos participantes e para o credenciamento de imprensa, bem como informações detalhadas sobre o encontro estão disponíveis no site www.infanciaecomunicacao.andi.org.br

SERVIÇO

O quê: Seminário Internacional Infância e Comunicação – Direitos, Democracia e Desenvolvimento 
Quando: 6 a 8 de março de 2013
Onde: Brasília (DF)
Público-alvo: Governo, parlamentares, organismos de cooperação internacional, empresas de comunicação, centros de pesquisa e organizações da sociedade civil
Inscrições: Os interessados devem preencher o formulário disponível em infanciaecomunicacao.andi.org.br até o dia 1º de fevereiro.

Reproduzido de ANDI
10 jan 2013

Comentários de Filosomídia:

Mais um encontro de poderosos discutindo "impulsionar o debate público em torno do papel estratégico desempenhado pelas ferramentas de comunicação e informação nos processos de transformação social" envolvendo o que querem para as crianças...

"O objetivo maior do seminário é o de impulsionar o debate público em torno do papel estratégico desempenhado pelas ferramentas de comunicação e informação nos processos de transformação social. Para contribuir nesta discussão, o evento trará o aporte de experiências exitosas desenvolvidas por democracias consolidadas da Europa, da América do Norte e da Oceania, além de ações pioneiras da América Latina e da África."

"Impulsionar o debate público"? Qual debate, de quem?
"Papel estratégico desempenhado pelas ferramentas de comunicação e informação nos processos de transformação social"? Qual papel, de quem? Das megaempresas de comunicação e informação na alienação das pessoas?

Tsc... tsc...

Grifos de Filosomídia

quinta-feira, 29 de março de 2012

Red Abya Yala promueve el 2012 como el Año de la Comunicación Indígena y Reafirma sus Derechos


Red Abya Yala promueve el 2012 como el Año de la Comunicación Indígena y Reafirma sus Derechos

En recientes encuentros la Red de Comunicación Indígena Abya Yala* manifestó sus nuevas proyecciones sobre el próximo festival de Cine y Comunicación Indígena en septiembre del 2012, asimismo, sobre el próximo encuentro continental de Comunicación Indígena en México (2013). Se manifestó también sobre la falta de reconocimiento al derecho de la comunicación de los Pueblos Indígenas en diversos Países y particulamente, su profunda preocupación ante los crímenes de lesa humanidad que vienen ocurriendo en diversos territorios de Colombia y que afecta a Pueblos indígenas, entre otros puntos.

Fuente: CLACPI  06 mar 2012

En el territorio Wayuu, Resguardo 4 de Noviembre, Albania, la Guajira en Colombia, se realizó el VI Taller Internacional de la Red ABYA YALA(*), entre los días 6 al 13 de febrero de 2012, reuniendo a comunicadores y comunicadoras, medios y organizaciones de todo el continente para evaluar los compromisos asumidos por las organizaciones indígenas de comunicación, sus propuestas y desafíos para la realización de la próxima Cumbre a realizarse en México en 2013 y la organización del XI Festival Internacional de Cine y Comunicación Indígena entre septiembre y Octubre de 2012 en Colombia, señalando lo que a continuación se indica:

Como red, reafirmamos el 2012 como EL AÑO DE LA COMUNICACIÓN INDÍGENA y en este contexto asumimos el derecho a la comunicación como un derecho humano fundamental basado en el reconocimiento de la dignidad y los derechos iguales e inalienables de todos los pueblos, por lo que impulsaremos durante el presente diversas actividades e iniciativas tendiente al fomento, garantía y protección de este derecho ante la amenaza, desconocimiento y atropellos recurrentes que suceden en diversos países del Abya Yala.Asimismo, como comunicadores y comunicadoras indígenas, en el ejercicio de este derecho , consideramos que la Comunicación debe representar las demandas y aspiraciones de los pueblos con respecto a sus derechos colectivos, como la libre determinación, la cultura, el derecho al uso y goce de las tierras, bienes naturales, desarrollo propio, paz social, buen vivir, entre otros.

Atendiendo esto, manifestamos nuestra profunda preocupación ante los crímenes de lesa humanidad que vienen ocurriendo en diversos territorios de Colombia y que afecta a Pueblos indígenas, donde, en medio del llamado conflicto armado, las principales víctimas pertenecen a la población indígena y entre ellos, niños, mujeres, dirigentes y comunicadores indígenas, siendo el responsable principal de estos gravísimos hechos el Estado colombiano.

En este contexto, con mucho dolor y a la vez indignación hemos constatado la situación de nuevas víctimas como ha ocurrido recientemente en el Cauca con seis niños heridos y uno muerto, a causa de minas antipersonales y la manipulación de un artefacto explisovo en un establecimiento educacional el martes 7 de febrero y que debe poner en alerta y acción inmediata a todos los organismos de Derechos Humanos, defensores, organizaciones solidarias y medios libres y democráticos.

A su vez, en el marco de la legítima protesta social y libertad de expresión de los movimientos sociales en el continente, ante las amenazas y graves impactos que vienen causando industrias extractivas y energéticas como parte de un atroz modelo depredador y que atenta al buen vivir de los Pueblos y elementos vitales de pervivencia como el agua, expresamos nuestro categórico repudio a las acciones de criminalización, violencia, judicialización y represión que diversos gobernantes vienen imponiendo en desmedro de la paz social, donde se han sobrepuesto los intereses económicos y comerciales de grupos de poder económicos, en su mayoría transnacionales, por sobre la vida, la libertad, dignidad e integridad de las personas.

Como comunicadoras y comunicadores, como medios sociales de información, como defensores(as) de Derechos Humanos, nos comprometemos a seguir avanzando y construyendo para hacer visible con fuerza hechos como los descritos anteriormente en medio de cercos mediáticos que imponen sectores políticos y empresariales, para continuar por la senda de los intereses colectivos y el respecto irrestricto a los Derechos Humanos y la madre tierra.


(*) La Red de Comunicación de Comunicación Red Abya Yala nacida en 2002 al impulso de CLACPI es un espacio de articulación constituido por diferentes experiencias y organizaciones indígenas originarias que trabajan en el impulso de acciones y procesos de comunicación. Desarrolla acciones de reforzamiento y formación de procesos de comunicación que trabajan en el contexto sudamericano.

Esta Red que ha desarrollado ya 6 Talleres Internacionales, ha venido trabajando para “contribuir a un cambio profundo y esencial de la situación de marginación y exclusión de los pueblos indígenas en la sociedad, como al posicionamiento, empoderamiento y cumplimiento de la defensa y plena vigencia de los derechos indígenas. De igual forma a recrear la cultura y recuperar los valores ancestrales y reflejar los intereses de comunidad, así como explorar nuevas formas creativas de expresión; como a constituir un espacio de diálogo y reflexión, difundir los valores culturales de los pueblos indígenas originarios y fortalecer a las organizaciones indígenas y originarias”.

Leia também “América Latina: Lanzan Año Internacional de la Comunicación Indígena“ em Servindi clicando aqui.

Veja a programação do Ano Internacional da Comunicação Indígena na página de Apia clicando aqui.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Recuperar la palabra de los pueblos


Cumbre Continental de Comunicación Indígena Abya Yala 2010

Este evento sin precedentes, logró promover el auto-desarrollo de los pueblos indígenas, mediante la defensa de sus derechos colectivos, en especial, el derecho a la información y comunicación propia.

Abya Yala, en el idioma Kuna Yala de Panamá, significa “tierra en plena madurez” o “tierra de sangre vital”, y con este nombre era conocido el continente Americano antes de la invasión europea, que masacró e intentó exterminar las civilizaciones originarias del continente.

Sin embargo, muchas sobreviven en medio de la discriminación, explotación y violación de sus derechos fundamentales como el reconocimiento constitucional y la autodeterminación, entre otros. Su resistencia se vuelve cada día más fuerte, reivindicando la vida, cosmovisión, identidad, valores, cultura, idiomas originarios y aspiraciones de los pueblos y nacionalidades indígenas.

Por ello, este año se realizó la primera cumbre de comunicación indígena, como un compromiso adquirido por los pueblos originarios del Cauca de Colombia, en la Mesa de Comunicación de la IV Cumbre Continental de los Pueblos y Nacionalidades del Abya Yala, realizada en Perú en mayo de 2009.

En la declaración final de la Cumbre, ratificada por sus más de 140 organizaciones participantes, exigen a los Estados Nacionales y organismos internacionales el “respeto a los sitios sagrados indígenas de comunicación con la naturaleza, porque existen prácticas de apropiación y profanación por parte de multinacionales y de instituciones y oficinas gubernamentales”.

(...)

“No por casualidad ésta primera Cumbre Continental de Comunicación Indígena del Abya Yala se realizó en estas tierras, donde 37 pueblos indígenas de Colombia están en riesgo de desaparición forzada por causa del conflicto armado”, se lee en la declaración final.

(...)

Sobre los principales acuerdos de este encuentro, está la creación y fortalecimiento de una red continental de comunicación, establecer una escuela itinerante de comunicación indígena integral. Además rescatar, recopilar y clasificar información y materiales con valor histórico y cultural para ser digitalizados, poner en marcha una campaña sobre el cambio climático, fortalecer la partición de mujeres y jóvenes, hacer alianzas y buscar la sostenibilidad.

“La comunicación indígena debe trabajar permanentemente para descolonizar los conceptos impuestos y reconstruir los propios, a fin de fortalecer nuestra vinculación con el cosmos, la naturaleza y la vida” declaran.

(...)

Además, declaran al año 2012 como el Año Internacional de la Comunicación Indígena y demandan que los gobiernos y organismos internacionales lo asuman e incluyan en sus agendas políticas y presupuestarias.

61 pueblos y nacionalidades indígenas participaron y ratificaron esta declaratoria, entre organizaciones, comunidades, colectivos, universidades, redes y medios de comunicación de 21 países de Latinoamérica, Canadá, Estados Unidos, España y el país Vasco que se involucraron en este esfuerzo.

La próxima cumbre será en territorio mexicano el año 2013, siendo deber de los pueblos, sus organizaciones y comunidades, medios y redes de comunicación indígena asistentes a esta Cumbre impulsar la realización de dicho evento.

Leia o texto completo clicando aqui.